Academia Equilíbrio

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Lutas e artes marciais são uma opção de exercício intensa e divertida



Conheça os benefícios de modalidades como boxe, muay thai e jiu-jitsu.
Médico do esporte e lutadores destacam os benefícios dessas atividades.

Do G1, em São Paulo
4 comentários
Poucas atividades físicas são tão completas quanto as lutas. Além de melhorar o condicionamento físico, a flexibilidade, a respiração, a postura e a coordenação motora, esses exercícios relaxam, aumentam os reflexos e ainda são capazes de transmitir aos praticantes conceitos de hierarquia, concentração e disciplina.
Uma hora de muay thai, jiu-jitsu e MMA (Mixed Martial Arts, em inglês) pode queimar até 700 kcal. Mas é preciso tomar alguns cuidados antes de começar: faça uma avaliação física e cardiovascular, aprenda as técnicas corretas e proteja com luvas as articulações dos seus punhos. Se for muito iniciante, use vaselina para escorregar mais o soco e não sofrer tanto impacto.
Segundo o médico do esporte Gustavo Magliocca e os lutadores Demian Maia e Daniel Sarafian, as artes marciais podem ajudar a emagrecer e ganhar massa muscular – além de diversão e qualidade de vida.
O muay thai, que surgiu na Tailândia, por exemplo, envolve saltos, chutes, socos e mudanças de direção. Já o jiu-jitsu e o judô trabalham mais a força, o contato com o solo, com o adversário, e ensinam a erguer o outro, levantá-lo e arremessá-lo contra o chão.
Para quem não é sedentário, mas tem braços fracos, o boxe é a melhor alternativa. A modalidade não só ajuda a melhorar a musculatura dos membros superiores, mas também fortalece o tronco.
O kung-fu, por sua vez, aprimora os reflexos: exige ataques, esquivas e defesas, e trabalha o tempo de reação desde o começo.
A prática de lutas libera dois neurotransmissores diferentes no cérebro: a endorfina e a serotonina, que promovem uma sensação de prazer e bem-estar.
E a preparação para uma luta é tão importante quanto o "combate" ou contato físico em si. Pular corda, fazer flexões, abdominais, circuitos com obstáculos, alongamento, corrida e treinos de reflexo e flexibilidade acabam sendo, na prática, muito mais valiosos para o praticante do que a parte que envolve interação com o outro.
Contra-indicações
Não devem praticar lutas:
- Pessoas com problemas nas articulações
- Quem não pode fazer atividade física intensa
O que comer 
Antes da luta: de uma a duas horas antes, faça uma refeição rica em carboidratos para dar energia
Durante a luta: principalmente para treinos de pelo menos 1 hora, tome um isotônico ou suco de frutas no intervalo
Depois da luta: consuma alimentos ricos em carboidratos e proteínas, como um sanduíche de peito de peru, queijo branco, pão de forma e requeijão light
Manutenção de equipamentos
Uma boa dica é ter talco sempre à mão. Ele ajuda a manter as luvas, os protetores de rosto e outros equipamentos de luta sempre secos e higienizados.
O talco deve ser passado depois de o suor secar naturalmente nos equipamentos. Ele suga a água restante dos tecidos e deixa os aparelhos mais secos e com um cheiro agradável. Não use o talco quando o equipamento ainda estiver molhado.
Outra atitude importante é fazer com que os aparelhos sequem no lugar certo. Tudo o que leva couro, por exemplo, não deve ser exposto ao sol. É importante deixar o equipamento em um ambiente arejado, mas que não seja úmido.
Dicas de higiene
Antes de usar luvas coletivas (como as de academia), certifique-se de estar com as unhas bem cortadas – para evitar a entrada de micro-organismos.
Depois disso, lave bem as mãos com água e sabão e, se possível, passe álcool em gel.
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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/lutas-e-artes-marciais-sao-uma-opcao-de-exercicio-intensa-e-divertida.html

Empresa diz ter criado pão à prova de mofo



Produto duraria até 60 dias após ser submetido a micro-ondas que matam esporos causadores do problema; nova técnica poderia ser usada em outros alimentos.

Da BBC
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Uma empresa americana diz ter desenvolvido uma técnica que poderia manter um pão livre de mofo por 60 dias. Segundo a empresa, chamada Microzap, para que isso seja possível, o pão é submetido a uma bateria de micro-ondas que matam os esporos causadores do mofo em uma espécie de forno metálico.
A nova técnica poderia reduzir significativamente a quantidade de pão desperdiçada, de acordo com seus criadores. Além disso, poderia ser utilizada para proteger uma ampla variedade de alimentos contra o mofo - incluindo frutas, vegetais e carnes de aves.
A alta taxa de desperdício de alimentos é um grande problema em muitos países. A família americana joga fora em média 40% dos alimentos que compra - um total de US$ 165 bilhões (R$ 347 bilhões) por ano.
Na Grã-Bretanha, um terço dos pães comprados nas padarias e supermercados vai para o lixo, segundo o Departamento de Assuntos Ambientais, Alimentares e Rurais britânico (Defra, na sigla em inglês).
Novo pão poderia encontrar resistência dos consumidores (Foto: BBC/AFP)Novo pão poderia encontrar resistência dos
consumidores (Foto: BBC/AFP)
Tecnologia
No caso do pão, o mofo é a grande ameaça. Isso porque muitos pães são vendidos em sacos plásticos e a água que evapora deles faz com que o ambiente dentro da embalagem fique úmido, favorecendo o crescimento do Rhizopus stolonifer, o fungo que causa o mofo.
Em condições normais, um pão embolora em cerca de dez dias. A técnica da Microzap que evitaria isso foi desenvolvida no laboratório da empresa no campus da Texas Tech University, em Lubbock.
Don Stull, diretor-executivo da Microzap, diz que inicialmente o emissor de micro-ondas metálico foi desenvolvido para matar bactérias, como a da salmonela, mas os investigadores descobriram que poderiam matar os esporos que fazem o pão mofar em cerca de 10 segundos.
"Tratamos uma fatia de pão com esse dispositivo e então checamos se havia mofo e comparamos com um grupo de controle", disse Stull. "Depois de 60 dias, o pão tinha tanto mofo como quando saiu do forno."
A máquina que destrói os esporos causadores de mofo usa uma tecnologia semelhante a dos micro-ondas comerciais, mas com algumas diferenças importantes, segundo Stull. A principal delas é que esse aparelho garantiria uma frequência de micro-ondas homogênea, sem os pontos quentes e frios dos micro-ondas que as pessoas têm em casa.
Interesse
O dispositivo desenvolvido pela Microzap atraiu o interesse de muitos fabricantes de pão. Mas alguns deles manifestaram preocupação sobre a possibilidade de que a adoção de tal técnica aumente os custos de uma indústria em que as margens já são muito estreitas.
Também não se sabe como os consumidores receberiam o pão resistente ao mofo - e poderia haver suspeitas sobre um pão que dura tanto tempo. Stull reconhece que pode ser difícil convencer algumas pessoas dos benefícios desse pão, mas diz que muitas poderiam mudar de opinião ao perceber que o produto tem qualidade.
Ele também diz acreditar que essa tecnologia poderia permitir aos fabricantes de pão e outros alimentos evitar a adição de muitos conservantes em seus produtos - e também a adição de outras substâncias químicas que visam esconder o sabor desses conservantes.
A única fruta que o dispositivoda Microzap não foi capaz de "processar" eficazmente foi o melão, que terminou se danificando durante o processo.

fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/11/empresa-diz-ter-criado-pao-a-prova-de-mofo.html

Criança obesa é mais vulnerável a​propagandas de alimentos, diz estudo



Dez menores acima do peso e dez saudáveis foram analisados nos EUA.
Obesos tiveram área de recompensa do cérebro ativada ao ver comida.

Do G1, em São Paulo
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Crianças obesas são mais facilmente influenciadas pela publicidade de alimentos do que aquelas com peso normal, mostra um estudo feito por americanos e publicado na atual edição da revista "Journal of Pediatrics".
Por meio de exame de ressonância magnética, pesquisadores da Universidade do Missouri, em Kansas City, e do Centro Médico da Universidade do Kansas observaram imagens do fluxo sanguíneo no cérebro de dez crianças obesas e de outras dez com peso saudável na faixa dos 10 aos 14 anos de idade.
Obesidade pode estar ligada a puberdade precoce. (Foto: Reprodução/TV Globo)Crianças obesas são mais suscetíveis a imagens
de alimentos (Foto: Reprodução/TV Globo)
Foram apresentados aos participantes 60 logotipos de comida e mais 60 de coisas variadas. Os voluntários acima do peso tiveram maior ativação das regiões cerebrais responsáveis pela recompensa quando viam as marcas de alimentos. Já as crianças saudáveis apresentaram maior atividade das áreas ligadas ao autocontrole.
"Uma das chaves para melhorar a tomada de decisões relacionadas à saúde pode ser encontrada na habilidade de melhorar o autocontrole", disse a principal autora do estudo, Amanda Bruce. Treinar essa capacidade poderia ser, então, uma ação positiva para ter maior sucesso na redução dos índices de obesidade mundiais, que triplicaram nos últimos 30 anos e são atribuídos em parte às propagandas da indústria de alimentos.
Karin Honorato faz alerta para alimentos industrializados. (Foto: Reprodução/G1)Obesidade está ligada a uma maior ativação de área cerebral ligada à recompensa (Foto: Reprodução/G1)
Por ano, as empresas americanas gastam mais de R$ 20 bilhões apenas no marketing de comidas e bebidas destinadas ao público infantil. Até 98% dos produtos para crianças anunciados na televisão são ricos em gordura, sódio e/ou açúcar.
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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/crianca-obesa-e-mais-vulneravel-propagandas-de-alimentos-diz-estudo.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estudo brasileiro liga toxina presente em Alzheimer a depressão



Cérebro com Alzheimer tem a substância que causa sintoma de depressão.
Estudo realizado por brasileiros da UFRJ foi publicado em revista científica.

Eduardo CarvalhoDo G1, em São Paulo
6 comentários
Estudo realizado por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aponta pela primeira vez que uma toxina presente no cérebro de pessoas que sofrem de doença de Alzheimer pode provocar também sintomas da depressão.

A pesquisa, publicada nesta terça-feira (27) na revista científica “Molecular Psychiatry”, mostra ainda que camundongos que receberam a toxina, chamada de oligômeros de Abeta, para simular sintomas de uma pessoa com Alzheimer e depressão, e que foram tratados com o medicamento antidepressivo fluoxetina apresentaram melhoras na perda de memória e nas alterações de humor.
O cérebro de pessoas com Alzheimer sofre acúmulo desta toxina, que ataca as sinapses, meio pelo qual acontece a comunicação entre um neurônio e outro.
O “ataque” ocasionado pelas toxinas deixa os neurônios desconectados e causa falhas de memória. “Já sabíamos que os oligômeros causavam essa falha de cognição. O que descobrimos é que, além disso, causam depressão”, explica Sérgio Ferreira, professor titular do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e autor responsável pelo estudo.
Imagem divulgada pelos pesquisadores brasileiros mostra momento do teste de memória realizado com camundongo (Foto: Divulgação/José Henrique da Cunha/UFRJ)Imagem divulgada pelos pesquisadores brasileiros mostra momento do teste de memória realizado com camundongo (Foto: Divulgação/José Henrique da Cunha/UFRJ)
Segundo ele, testes foram feitos há dois anos com cem camundongos, avaliados em dois períodos distintos: durante as primeiras 24 horas após a aplicação da toxina e oito dias depois da injeção dos oligômeros.
Os resultados mostraram que as cobaias apresentaram perda de memória e alterações compatíveis com comportamento depressivo. A conclusão foi obtida após a aplicação de testes que são utilizados comumente para diagnosticar casos de depressão em roedores, como o nado forçado, suspensão do camundongo pela cauda e preferência pelo açúcar.
Nos dois primeiros tipos de testes, o roedor saudável luta para sobreviver (seja para sair do ambiente com água ou tentar reverter sua posição ao ficar pendurado), enquanto o camundongo depressivo apresenta poucas reações. Já no terceiro teste, o roedor saudável busca a água com sacarose (açúcar), indicando que busca algo que lhe dê mais prazer. O camundongo doente não expressa reação quanto à água açucarada.
Em busca de tratamento
“A partir disto, começamos a pensar em uma forma de tratar os sintomas. Pensamos em utilizar antidepressivos, até que testamos a fluoxetina, utilizada atualmente no tratamento contra a depressão. Sabíamos que o medicamento causaria reação positiva quanto às alterações de humor, mas a nossa surpresa é que o remédio melhorou também a memória dos animais”, explicou.
De acordo com Ferreira, isso abre uma perspectiva de que a fluoxetina pode ser utilizada no tratamento de Alzheimer. “Não podemos dizer que é a cura, mas pode ser um tratamento. É a primeira descoberta na área, mas agora temos que fazer muitos estudos com animais, para chegarmos à conclusão de que esse tratamento pode funcionar com humanos”, disse.
De acordo com o pesquisador, no Brasil, 1 em cada 150 pessoas tem esta doença, que começa a se desenvolver com o avanço da idade. Estimativa dos especialistas da UFRJ é que entre 800 mil e 1,2 milhão de pessoas do país foram acometidas.
Geralmente, o Alzheimer pode apresentar sintomas a partir dos 65 anos. Idosos com idade a partir de 75 anos fazem parte do grupo de pessoas que mais podem ser afetadas pela doença. Pessoas que tiveram depressão ao longo da vida correm um risco maior de desenvolver Alzheimer quando mais velhos. Diabéticos também têm mais chance de serem afetados, principalmente pacientes com diabetes tipo 2.
O principal sintoma, além da depressão, é a perda de memória e a incapacidade de formar novas recordações, de acordo com Ferreira. “Nos casos de sintomas iniciais, a pessoa fica incapaz de reconhecer rostos que ele pode ter visto há pouco tempo ou ainda esquecer coisas recentes como, por exemplo, onde guardou as chaves”, explica o especialista.

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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/estudo-brasileiro-liga-toxina-presente-em-alzheimer-depressao.html

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Estudo brasileiro liga toxina presente em Alzheimer a depressão



Cérebro com Alzheimer tem a substância que causa sintoma de depressão.
Estudo realizado por brasileiros da UFRJ foi publicado em revista científica.

Eduardo CarvalhoDo G1, em São Paulo
6 comentários
Estudo realizado por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aponta pela primeira vez que uma toxina presente no cérebro de pessoas que sofrem de doença de Alzheimer pode provocar também sintomas da depressão.

A pesquisa, publicada nesta terça-feira (27) na revista científica “Molecular Psychiatry”, mostra ainda que camundongos que receberam a toxina, chamada de oligômeros de Abeta, para simular sintomas de uma pessoa com Alzheimer e depressão, e que foram tratados com o medicamento antidepressivo fluoxetina apresentaram melhoras na perda de memória e nas alterações de humor.
O cérebro de pessoas com Alzheimer sofre acúmulo desta toxina, que ataca as sinapses, meio pelo qual acontece a comunicação entre um neurônio e outro.
O “ataque” ocasionado pelas toxinas deixa os neurônios desconectados e causa falhas de memória. “Já sabíamos que os oligômeros causavam essa falha de cognição. O que descobrimos é que, além disso, causam depressão”, explica Sérgio Ferreira, professor titular do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e autor responsável pelo estudo.
Imagem divulgada pelos pesquisadores brasileiros mostra momento do teste de memória realizado com camundongo (Foto: Divulgação/José Henrique da Cunha/UFRJ)Imagem divulgada pelos pesquisadores brasileiros mostra momento do teste de memória realizado com camundongo (Foto: Divulgação/José Henrique da Cunha/UFRJ)
Segundo ele, testes foram feitos há dois anos com cem camundongos, avaliados em dois períodos distintos: durante as primeiras 24 horas após a aplicação da toxina e oito dias depois da injeção dos oligômeros.
Os resultados mostraram que as cobaias apresentaram perda de memória e alterações compatíveis com comportamento depressivo. A conclusão foi obtida após a aplicação de testes que são utilizados comumente para diagnosticar casos de depressão em roedores, como o nado forçado, suspensão do camundongo pela cauda e preferência pelo açúcar.
Nos dois primeiros tipos de testes, o roedor saudável luta para sobreviver (seja para sair do ambiente com água ou tentar reverter sua posição ao ficar pendurado), enquanto o camundongo depressivo apresenta poucas reações. Já no terceiro teste, o roedor saudável busca a água com sacarose (açúcar), indicando que busca algo que lhe dê mais prazer. O camundongo doente não expressa reação quanto à água açucarada.
Em busca de tratamento
“A partir disto, começamos a pensar em uma forma de tratar os sintomas. Pensamos em utilizar antidepressivos, até que testamos a fluoxetina, utilizada atualmente no tratamento contra a depressão. Sabíamos que o medicamento causaria reação positiva quanto às alterações de humor, mas a nossa surpresa é que o remédio melhorou também a memória dos animais”, explicou.
De acordo com Ferreira, isso abre uma perspectiva de que a fluoxetina pode ser utilizada no tratamento de Alzheimer. “Não podemos dizer que é a cura, mas pode ser um tratamento. É a primeira descoberta na área, mas agora temos que fazer muitos estudos com animais, para chegarmos à conclusão de que esse tratamento pode funcionar com humanos”, disse.
De acordo com o pesquisador, no Brasil, 1 em cada 150 pessoas tem esta doença, que começa a se desenvolver com o avanço da idade. Estimativa dos especialistas da UFRJ é que entre 800 mil e 1,2 milhão de pessoas do país foram acometidas.
Geralmente, o Alzheimer pode apresentar sintomas a partir dos 65 anos. Idosos com idade a partir de 75 anos fazem parte do grupo de pessoas que mais podem ser afetadas pela doença. Pessoas que tiveram depressão ao longo da vida correm um risco maior de desenvolver Alzheimer quando mais velhos. Diabéticos também têm mais chance de serem afetados, principalmente pacientes com diabetes tipo 2.
O principal sintoma, além da depressão, é a perda de memória e a incapacidade de formar novas recordações, de acordo com Ferreira. “Nos casos de sintomas iniciais, a pessoa fica incapaz de reconhecer rostos que ele pode ter visto há pouco tempo ou ainda esquecer coisas recentes como, por exemplo, onde guardou as chaves”, explica o especialista.

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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/estudo-brasileiro-liga-toxina-presente-em-alzheimer-depressao.html