Academia Equilíbrio

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sábado, 8 de dezembro de 2012

Resultado do bronzeamento depende da cor da pele de cada um; veja dicas



Tom da pele pode influenciar e os efeitos não são os mesmos para todos.
Veja dicas para se bronzear com jatos, cremes ou até mesmo maquiagem.

Do G1, em São Paulo
5 comentários
Ter a pele bronzeada é vontade de grande parte das pessoas, porém a maioria não tem tempo de ir à praia ou à piscina.
Nesse caso, existem algumas técnicas de bronzeamento - a jato, com cremes ou até mesmo maquiagens - que podem trazer resultados satisfatórios sem a necessidade de exposição ao sol, como explicaram a dermatologista Márcia Purceli, a química Sueli Cagliari e o maquiador Marcos Costa no Bem Estar desta quinta-feira (6).
Porém, é importante ressaltar que o resultado desses procedimentos depende muito da cor da pele de cada pessoa, ou seja, o efeito não é o mesmo para todos. Por isso, para evitar decepções, é recomendável fazer um teste em uma área pequena do corpo antes de recorrer a algum deles.
Arte Bronzeamento Artificial Bem Estar (Foto: Arte/G1)
No caso da maquiagem, por exemplo, a dica é comprar produtos que estejam de acordo com o tom de pele, como explicou o maquiador Marcos Costa.
O primeiro produto a ser aplicado é sempre a base bronzeadora, que deve ser, se possível, um ou dois tons acima da cor da pele. Após a base, aplica-se o pó bronzeador, que é o principal para dar o efeito da maquiagem.
Como mostra o infográfico acima, a maquiagem não funciona como o creme ou o bronzeamento a jato porque não reage quimicamente com a pele. O bronzeamento a jato é aplicado geralmente em clínicas estéticas, onde a pessoa entra em uma sala e recebe os jatos do produto, que reagem com a queratina da pele, gerando o tom bronzeado.
Após a aplicação, não se deve tomar banho e usar roupas pesadas por, pelo menos, 8 horas. Essa técnica não causa manchas definitivas – o que acontece é que, quando a pele vai se renovando e se descamando, o bronzeado vai saindo aos poucos, manchando algumas áreas do corpo apenas por um tempo.
Não há contraindicações, porém pessoas muito alérgicas ou que usam produtos com ácido no rosto devem procurar orientação antes de passar por esse procedimento, que custa em média R$ 100 cada sessão.
Para quem não quer recorrer às clínicas de estética, existe a opção do creme bronzeador, que pode ser utilizado em casa e tem o mesmo princípio do bronzeamento a jato. Porém, os efeitos dos cremes aparecem gradualmente, deixando a pele mais natural, enquanto o bronzeamento traz resultados imediatos.
Recomenda-se o uso do creme, pelo menos, uma vez por dia, para que ele tenha efeito. Locais do corpo onde há mais queratina, como o joelho, calcanhar e cotovelo, tendem a absorver mais o produto e, consequentemente, ficar com uma cor mais escura, por isso é preciso cuidado. A esfoliação antes da aplicação ajuda a uniformizar a pele para trazer um resultado melhor.
Após a esfoliação, a dica é aplicar o creme em movimentos circulares começando sempre pelas pernas e depois subindo para as outras regiões do corpo. Depois, precisa lavar apenas a palma da mão e esperar o produto secar até vestir a roupa, para que ela não manche. As especialistas não indicam o uso do creme no rosto já que a pele dessa região é mais delicada e sensível – deve-se utilizar um creme específico facial.
Além disso, é importante alertar que o creme não substitui o protetor solar, que deve se aplicado normalmente. A princípio, ele não tem contraindicações, mas é importante verificar se foi aprovado pela Anvisa. Fora isso, não é recomendado para crianças e, no caso de pessoas muito alérgicas, é essencial buscar orientação antes de aplicá-lo.
A dieta também pode ser uma aliada na hora de deixar a pele bronzeada. Alimentos que têm betacaroteno (vitamina A), como mamão, cenoura, laranja, manga, abóbora, beterraba, espinafre e rúcula podem ajudar a estimular o bronzeamento.
Existem também suplementos com essa substância, mas esses devem ser administrados com atenção, respeitando a dosagem para evitar excessos que podem prejudicar a saúde. Segundo a dermatologista Márcia Purceli, a comida ou a suplementação devem entrar na rotina, pelo menos, um mês antes da exposição ao sol. Após esse período, os hábitos devem continuar os mesmos para manter a pele bronzeada por mais tempo.
Alerta
A utilização das câmaras de bronzeamento artificial está proibida no Brasil desde novembro de 2009, pela Resolução RDC 56 da Anvisa. A norma proíbe, além do uso, a importação, o recebimento em doação, o aluguel e a comercialização desses equipamentos. Caso essas máquinas ainda estejam sendo usadas, esse procedimento está sendo feito de forma ilegal.
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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/12/resultado-do-bronzeamento-depende-da-cor-da-pele-de-cada-um-veja-dicas.html

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Anvisa suspende marca de implantes usados em preenchimentos estéticos



Produtos da marca Biossimetric não poderão ser vendidos nem aplicados.
Medida foi publicada pelo Diário Oficial da União.

Do G1, em São Paulo
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (5) a suspensão da distribuição, do comércio, da divulgação e da aplicação dos implantes para plástica reparadora da marca Biossimetric. A medida foi publicada pelo Diário Oficial da União (DOU).
Segundo o texto publicado pelo DOU, que é assinado pela Diretoria Colegiada da Anvisa, a fiscalização constatou que a empresa não fabricava o produto de acordo com o registro concedido pela agência e que não seguia algumas normas, o que representa “um elevado grau de risco para a saúde dos usuários”
A suspensão vale para todos os lotes e todas as diferentes apresentações do produto da marca Biossimetric. A medida já está em vigor.
O Biossimetric é um polimetilmetacrilato, um preenchimento usado em tratamentos estéticos que consiste em uma suspensão de microesferas que, quando produzido corretamente, é aceito pelo corpo, sem ser absorvido. Desta forma, ele delineia o rosto na parte desejada.
O laboratório MTC Medical, responsável pelo produto, declarou que sempre atendeu às exigências impostas pela Anvisa e disse que seu corpo jurídico entraria em contato com a agência reguladora para esclarecer o ocorrido.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/12/anvisa-suspende-marca-de-implantes-usados-em-preenchimentos-esteticos.html

Ciência aumenta sobrevivência de prematuros



Número de bebês ingleses nascidos com entre 22 e 25 semanas aumentou para 53% em 2006.

Da BBC
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Sobrevivência de prematuros aumentou na Inglaterra (Foto: BBC)Sobrevivência de prematuros aumentou na
Inglaterra (Foto: BBC)
Avanços na medicina britânica estão aumentando as chances de vida de bebês extremamente prematuros, segundo um estudo recém-divulgado.
Em 1995, 40% dos bebês ingleses nascidos entre 22 e 25 semanas e que foram tratados em unidades intensivas sobreviveram.
Em 2006, o número de crianças extremamente prematuras -- nascidas com o mesmo tempo de gestação -- que sobreviveram passou a ser de 53%.
Mas o estudo não descobriu melhoras significativas no índice de sobrevivência de bebês nascidos com menos de 22 semanas de idade, o limite legal para a realização de aborto no país.
E as chances de bebês extremamente prematuros eventualmente sofrerem sequelas como cegueira, paralisia cerebral e surdez não foram reduzidas. Elas afetam um em cada cinco bebês.

fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/12/ciencia-aumenta-sobrevivencia-de-prematuros.html

Cães conseguem detectar câncer de pulmão com o olfato, sugere estudo



Descoberta abre caminho para diagnóstico precoce da doença.
Um novo estudo sobre o tema está previsto para ser realizado em breve.

Da France Presse
Os cães têm uma grande capacidade para detectar o câncer de pulmão com seu olfato apurado, uma descoberta que abre caminho para um diagnóstico precoce desta doença, sugere estudo realizado na Áustria e publicado nesta quarta-feira (5) .
"Os cachorros não têm qualquer problema para identificar os pacientes com tumores cancerígenos", explica Peter Errhalt, chefe do departamento de pneumologia do hospital de Krems (nordeste da Áustria) e um dos autores da descoberta.
Os cães do estudo sentiram o cheiro de 120 amostras de hálito de pessoas doentes e saudáveis e conseguiram identificar em 70% dos casos as que sofriam com câncer de pulmão. Este resultado é tão promissor que está previsto um novo estudo de dois anos com amostras de 1.200 pessoas, indicou Peter Errhalt em coletiva de imprensa.
Galeria reúne cães e gatos de diversas espécies  (Foto: Reprodução)Através da análise do hálito de pessoas doentes e saudáveis, cães conseguiram identificar a maioria daqueles que sofriam de câncer de pulmão (Foto: Reprodução)
A investigação científica dos austríacos coincide com outros testes realizados nos Estados Unidos e Alemanha. O objetivo em longo prazo é determinar quais são exatamente os odores que os cachorros são capazes de detectar, explica Michael Muller, do hospital Otto Wagner de Viena, que colaborou com o estudo.
Se for alcançado este objetivo, os cientistas poderão construir uma espécie de 'nariz eletrônico' para diagnosticar o quanto antes o câncer de pulmão e aumentar assim as possibilidades de sobrevivência dos pacientes.

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fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/12/caes-conseguem-detectar-cancer-de-pulmao-com-o-olfato-sugere-estudo.html

Estudos identificam capacidade de regeneração em células cardíacas



Pesquisas na revista 'Nature' trazem nova esperança para tratar doenças.
Testes em roedores precisam ser refeitos em animais de grande porte.

Do G1, em São Paulo
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Coração de rato recém-nascido tratado com microRNA, capaz de promover a proliferação (em vermelho) das células cardíacas  (Foto: Eulalio et al/Reprodução)Coração de rato recém-nascido tratado com
microRNA, capaz de promover a proliferação
(em vermelho) das células cardíacas
(Foto: Eulalio et al/Reprodução)
O coração humano tem uma capacidade limitada de se regenerar, mas um "truque" da genética pode mudar isso, segundo dois estudos publicados na revista científica "Nature" desta quarta-feira (4).
As pesquisas trazem uma nova perspectiva para o tratamento de doenças cardíacas, que causam a morte de 17 milhões de pessoas por ano em todo o mundo.
Os autores do primeiro trabalho, do Hospital Brigham and Women e da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, ambos em Boston, nos EUA, acompanharam células do músculo cardíaco de camundongos desde o nascimento.
O pesquisador Richard Lee e colegas descobriram que uma pequena porção dessas células – menos de 1% – é capaz de se regenerar normalmente. Após um ataque do coração, essa quantidade sobe, mas para apenas 3%.
De acordo com o coautor Matthew Steinhauser, o fato de essas células específicas existirem é animador e é o ponto no qual os cientistas devem se centrar para, quem sabe, fazer as células cardíacas funcionarem melhor no futuro.
O segundo estudo, conduzido no Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia, em Trieste, na Itália, deu um passo além. O cientista Mauro Giacca e sua equipe usaram pequenos trechos de RNA – responsável pela síntese de proteínas nas células –, chamados microRNAs, para estimular a regeneração das células do coração.
A equipe rastreou centenas de microRNAs em camundongos e ratos e observou a capacidade deles de se proliferar. Os cientistas, então, induziram ataques cardíacos nos animais vivos e descobriram que dois microRNAs específicos ajudaram a reconstruir os corações danificados para que voltassem a funcionar quase normalmente.
Depois de dois meses, o tamanho da área de tecido morto foi reduzido pela metade, e a capacidade do coração em bombear sangue melhorou significativamente.
"Agora, os microRNAs precisam de novos testes em animais de grande porte, que sejam mais parecidos com os seres humanos", diz Giacca.
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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/12/estudos-identificam-capacidade-de-regeneracao-em-celulas-cardiacas.html

Planos de saúde estão obrigados a ceder bolsas coletoras para ostomia



Pacientes que exteriorizaram sistemas digestivo ou urinário utilizam bolsas.
Portaria foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff no fim de novembro.

Do G1, em São Paulo
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As operadoras de plano de saúde do Brasil estão obrigadas a fornecer bolsas coletoras a pacientes que realizaram procedimento cirúrgico para exteriorizar os sistemas digestivo ou urinário, chamado de ostomia.

De acordo com o Ministério da Saúde, a medida foi sancionada no último dia 30 pela presidente Dilma Rousseff e publicada no “Diário Oficial da União”. O prazo para implementação da nova lei é de até 180 dias após sua publicação.
O governo afirma que serão beneficiadas com a vigência da regra cerca de cem mil pessoas no país que precisam de bolsa externa e fixa ao corpo para coletar a urina e o conteúdo intestinal. A regra pretende aliviar os gastos de pacientes ostomizados, já que a compra deste tipo de material pode variar entre R$ 500 e R$ 700 por mês.
Segundo a nova lei, os planos de saúde deverão custear as bolsas de colostomia (exteriorização do intestino grosso), ilestomia (quando parte do intestino delgado é colocado na parede abdominal) e urostomia (abertura na pele que permite a saída da urina) para uso hospitalar, ambulatorial ou domiciliar.

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fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/12/planos-de-saude-estao-obrigados-ceder-bolsas-coletoras-para-ostomia.html

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Complicação na gravidez de Kate afeta uma a cada 200 gestantes



Hiperêmese gravídica causa náuseas e vômitos e pode levar à desidratação, dizem médicos.

Da BBC
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Kate (Foto: Reuters)Kate Middleton espera o primeiro filho do príncipe
William; bebê será 3º na sucessão  (Foto: Reuters)
Um dia após anunciar estar grávida de cerca de três meses, a duquesa de Cambridge Kate Middleton foi internada em um hospital de Londres com intensos enjoos matinais. Ela sofre de uma doença chamada hiperêmese gravídica, caracterizada por forte desconforto, náuseas e vômitos, e que afeta uma em cada 200 gestantes.
A londrina Ebru Macavoy, de 29 anos, passou pelo mesmo problema, cujo principal risco é a desidratação, quando deu à luz em 2009.
"Foi traumático, debilitante, horrível. Eu estava constantemente nervosa e vomitava 30 vezes por dia. Me sinto triste por Kate, por ela ter que passar por isso, sinto muito por ela", diz.
Na época, Ebru era uma jovem advogada, casada há apenas alguns meses e logo no início da sua primeira gestação. Ela se lembra de já acordar exausta e diz ter emagrecido quase quatro tamanhos de manequim. Hoje em dia, a britânica é voluntária para ajudar outras mulheres com esse problema.
"Na hora em que abria os olhos, já sentia náuseas. Se me mexesse na cama, vomitava. Cada vez que me movia, me sentia enjoada. Não podia dirigir ou caminhar, todas as tarefas mais simples se tornavam impossíveis", conta.
Ebru revela ter sido internada mais de 20 vezes durante a gravidez, mas finalmente o problema foi aliviado com medicamentos que limitaram os vômitos a cerca de cinco por dia.
Tratamento e riscos
Em entrevista à BBC, o médico Tim Draycott, porta-voz do Conselho Real de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha, disse que os remédios podem reduzir o desconforto.
"Com o tratamento – fluidos intravenosos e medicação para controlar os vômitos e as náuseas –, a condição é razoavelmente benigna, embora horrível de enfrentar. O risco maior é não tratar", explica.
Draycott afirma que o problema está ligado à variação nos níveis de hormônios da gravidez, e que a condição tende a melhorar por volta de 13 semanas, quando essas taxas caem.
"Não temos certeza sobre os motivos que fazem algumas mulheres terem o problema e outras não, mas é relativamente mais comum em mães que esperam gêmeos".
Acredita-se que o problema seja genético, o que significa que Kate deve apresentar os mesmos sintomas em futuras gestações.
Rosie Dodds, da Fundação Nacional de Partos, diz que evitar cheiros que podem desencadear enjoos, como fumaça e comidas gordurosas, pode ajudar.
"Há poucas provas, mas o uso de gengibre, vitamina B6 e 'acupressão' (mistura de acupuntura com pressão) foram eficientes para algumas mulheres, embora seja melhor checar com seu médico ou parteira primeiro. Comer comidas secas, como torradas, não deve fazer mal também", avalia.
"Desejamos muita sorte a William e Catherine com a gravidez, e esperamos que a duquesa se recupere logo", acrescenta Rosie.
Anúncio
Kate apareceu em público pela última vez na sexta-feira passada, quando visitou a escola St. Andrew, em Berkshire, onde estudou na infância.
De acordo com o porta-voz, Kate foi internada por estar sofrendo de hiperêmese gravídica. É bastante improvável que a complicação cause riscos ao bebê. No entanto, como ela provoca perda de peso, pode ser que a criança nasça abaixo do peso ideal.
Um porta-voz disse que o casal soube da gravidez "recentemente". Acredita-se que o fato de Kate ter sido internada apressou o anúncio oficial.
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