Academia Equilíbrio

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cientistas criam orelha biônica com impressora 3D


Órgão é capaz de captar frequências mais amplas que ouvido humano.
Técnica une células, polímero e nanopartículas de prata.

Do G1, em São Paulo
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Orelha biônica criada com impressora 3D (Foto: Mel Evans/AP)Orelha biônica criada com impressora 3D (Foto: Mel Evans/AP)
Cientistas da Universidade de Princeton, nos EUA, usaram a técnica de impressão em 3D para criar uma orelha composta de células de cartilagem, um tipo de polímero e nanopartículas eletrônicas capaz de captar frequências num espectro mais amplo que o ouvido humano.
Com uma impressora 3D comum, capaz de criar objetos tridimensionais por meio da aplicação de finas lâminas de matéria-prima, os estudiosos depositaram células de bezerro sobre uma base de material polimérico. As células viraram cartilagem. Simultaneamente, a impressora inseriu partículas de prata na estrutura, formando uma antena capaz de “ouvir” variadas frequências.
Os pesquisadores, liderados por Michael McAlpine, iniciaram a pesquisa porque a orelha é uma das estruturas mais difíceis de recriar por meios cirúrgicos. O modelo criado na universidade americana ainda precisa de mais testes para poder ser de fato usado.
Mas, na opinião dos autores da pesquisa, publicada na revista “Nano Letters”, a técnica é promissora para a substituição de órgãos humanos com problemas ou mesmo para a criação de partes corporais artificiais com capacidades que excedem as naturalmente e encontradas.
Pesquisadores manipulam impressora 3D em Princeton (Foto: Mel Evans/AP)Pesquisadores manipulam impressora 3D em Princeton (Foto: Mel Evans/AP)
Orelha é composta por células, polímero e nanopartículas de prata (Foto: Mel Evans/AP)Orelha é composta por células, polímero e nanopartículas de prata (Foto: Mel Evans/AP)

fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/07/cientistas-criam-orelha-bionica-com-impressora-3d.html

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Atendidos por Bolsa Família preferem comprar comida saudável, diz estudo


Famílias do programa gastam mais com alimentos não processados.
Estudo foi tema de tese de doutorado na Universidade de São Paulo.

Da EFE
Estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) revelou que as famílias brasileiras de baixa renda beneficiadas pelo Bolsa Família gastam mais com alimentos saudáveis que as que não recebem o dinheiro.
O estudo foi tema da tese de doutorado da nutricionista Ana Paula Bortoletto Martins, feita com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
O trabalho avaliou o impacto do Programa Bolsa Família sobre a aquisição de alimentos entre famílias de baixa renda no Brasil, a partir dos dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008-09, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Para o estudo, foram identificadas, dentro do levantamento do IBGE, 11.326 famílias com renda per capta inferior a R$ 210 por mês. Destas, 48,5% recebem o Bolsa Família. Segundo Ana Paula, a amostra baseou-se no critério de igualdade.
"A ideia era reunir um grupo de famílias muito semelhantes, que tivesse a mesma renda, morasse em regiões semelhantes, apresentasse um gasto com alimentação parecido e uma composição familiar próxima. Neste grupo, foi possível avaliar os beneficiários e os não-beneficiários", explicou Ana Paula.
Alimentos mais saudáveis
A partir da seleção, a pesquisa investigou os gastos com alimentação semanais das famílias e como isto se convertia em calorias.
Verificou-se que as famílias que recebiam o benefício tinham maior gasto com alimentos in natura e pouco processados como carnes frescas, legumes, hortaliças e raízes. O benefício não modificou, no entanto, as despesas com alimentos industrializados.
Ana Paula salienta que o programa não chega a mudar um padrão de consumo de alimentos, mas oferece uma possibilidade de melhora em relação à variedade e qualidade do que é consumido.
"Legumes, carnes e verduras costumam ser mais caros e de acesso difícil para pessoas de baixa renda, o que indica que o dinheiro do programa permitiu que elas comprassem mais esses alimentos", afirmou.
Queda no preço para uma alimentação melhor
A nutricionista declara, porém, que são necessárias outras medidas complementares para garantir uma alimentação saudável à população mais carente como um todo.
"Outra possibilidade seria usar os momentos em que as famílias têm que fazer um acompanhamento médico e oferecer uma orientação sobre alimentação. Também oferecer formas de deixar o preço destes alimentos menores para estas famílias, além de melhorar o acesso físico, pois a gente sabe que feiras e mercados maiores estão nas regiões mais ricas", explicou.
"Na periferia muitas vezes o consumo é baseado no que é plantado na própria região pelos moradores", acrescentou.
Os dados da POF indicam que a disponibilidade média de calorias por pessoa no Brasil é de 1.900 kcal por dia. Na população de baixa renda, o número de calorias disponível varia entre 1.100 e 1.200 kcal ao dia.
De acordo com a pesquisa de Ana Paula, o beneficio permitiu que as famílias beneficiadas possuíssem aproximadamente mais 100 kcal na disponibilidade de calorias diária por pessoa.
O Bolsa Família é concedido pelo governo federal a famílias com renda per capita inferior a R$ 70, ou com renda inferior a R$ 140 que possuam crianças, adolescentes, gestantes ou mulheres que estejam amamentando.
Ana Paula faz parte do grupo que trabalha com avaliação de políticas públicas em relação à alimentação e nutrição e foi orientada pelo professor Carlos Augusto Monteiro.

Dormir pouco eleva risco de doenças e reduz expectativa de vida, diz estudo


Sono ruim pode elevar peso, causar depressão e até encurtar a vida.
Pesquisas sugerem relação entre má qualidade do sono e doenças.

Do New York Times
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Não dormir o suficiente pode comprometer a saúde das pessoas e até encurtar a vida, diz pesquisa (Foto: Chrisopher Neal/The New York Times)Não dormir o suficiente pode comprometer a saúde das pessoas e até encurtar a vida, diz pesquisa (Foto: Chrisopher Neal/The New York Times)
Uma pesquisa mostra que a maioria das pessoas requer sete ou oito horas de sono para funcionar bem e que não dormir o bastante noite após noite pode comprometer a saúde, podendo até mesmo encurtar a vida.
Da infância à velhice, os efeitos do sono inadequado são capazes de afetar profundamente a memória, aprendizado, criatividade, produtividade e estabilidade emocional, bem como a saúde física.
Segundo especialistas do sono da Faculdade de Medicina da Universidade de Pittsburgh e do Western Psychiatric Institute and Clinic, entre outros, diversos sistemas corporais são afetados de forma negativa pelo sono inadequado: coração, pulmões, rins, apetite, metabolismo e controle de peso, função imunológica e resistência a doenças, sensibilidade à dor, tempo de reação, humor e função cerebral.
O sono ruim também é um fator de risco para a depressão e abuso de substâncias, principalmente entre pessoas com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), de acordo com Anne Germain, professora adjunta de psiquiatria da Universidade de Pittsburgh. Quem sofre de TEPT costuma reviver o trauma quando tenta dormir, o que mantém o cérebro em um estado elevado de vigilância.
Idosos mais vulneráveis
Germain está estudando o que acontece no cérebro adormecido de veteranos com TEPT na esperança de desenvolver tratamentos mais eficazes para eles e para as pessoas com graus menores de estresse que interferem em uma boa noite de sono.
Os idosos são especialmente vulneráveis. Timothy H. Monk, que dirige o Programa de Pesquisa em Cronobiologia Humana da Western Psychiatric, conduz um estudo de cinco anos financiado pelo governo federal a respeito de ritmos circadianos, intensidade do sono, reação ao estresse, função cerebral e genética entre a terceira idade. "O sinal circadiano não é tão forte à medida que as pessoas envelhecem."
Ele está descobrindo que muitos são ajudados por tratamentos comportamentais padrão para insônia, como manter uma rotina de sono regular, evitando sonecas ao fim da tarde e cafeína, além de reduzir distrações da luz, barulhos e de animais de estimação.
Não deveria causar surpresa o fato de que uma miríade de sistemas corporais seja prejudicada por uma sequência crônica de noites curtas. "O sono afeta quase todo tecido em nossos corpos", disse o Dr. Michael J. Twery, especialista em sono dos Institutos Nacionais de Saúde.
Em um estudo com 153 homens e mulheres saudáveis, feito pela Universidade Carnegie Mellon, foi constatado que quem dorme menos do que 7 horas por noite tinha uma probabilidade três vezes maior de desenvolver sintomas de resfriado quando expostos a vírus causadores da doença
Falta de sono pode aumentar peso
Vários estudos vincularam o sono insuficiente ao ganho de peso. As "corujas" que dormem menos do que o devido têm mais tempo para comer, beber e beliscar, mas os níveis do hormônio leptina, que diz ao cérebro que comida suficiente foi ingerida, são mais baixos em quem dorme pouco enquanto os níveis de grelina, estimulante do apetite, são elevados.
Além disso, o metabolismo reduz quando o ritmo circadiano e o sono são interrompidos; se não for contra-atacado pelo aumento de exercícios ou uma redução na ingestão calórica, o atraso pode representar 4,5 quilos a mais em um ano.
A capacidade corporal de processar glucose também é afetada de forma adversa, podendo vir a resultar em diabetes do tipo dois. Em um estudo, homens jovens saudáveis privados de sono por mais de quatro horas por noite durante seis meses seguidos terminaram com níveis de insulina e de açúcar no sangue similares ao das pessoas consideradas pré-diabéticas.
Os riscos de doenças cardiovasculares e de derrame são mais altos nas pessoas que dormem menos de seis horas por noite. Até mesmo uma única noite de sono inadequado pode causar elevações durante o dia da pressão nas pessoas com hipertensão.
O sono inadequado também está associado à calcificação das artérias coronárias e níveis elevados de fatores inflamatórios relacionados à doença cardíaca. (Em termos de doença cardiovascular, dormir demais também pode ser arriscado. Níveis mais altos de doenças cardíacas foram encontrados entre mulheres que dormem mais de nove horas por noite.)
O risco de câncer também pode aumentar em pessoas que não dormem o suficiente
Falta de sono pode elevar risco de desenvolver câncer
O risco de câncer também pode ser elevado nas pessoas que não dormem o suficiente. Um estudo japonês com quase 24 mil mulheres de 40 a 79 anos descobriu que quem dormia menos do que seis horas por noite apresentava uma probabilidade maior de desenvolver câncer de mama do que as que dormiam mais.
O risco elevado pode resultar da secreção diminuída da melatonina, o hormônio do sono. Entre os participantes do Estudo de Saúde de Enfermeiras, Eva S. Schernhammer, da Faculdade de Medicina de Harvard, encontrou um vínculo entre níveis baixos de melatonina e o risco aumentado de câncer de mama.
Um estudo com 1.240 pessoas conduzido por pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, Cleveland, foi constatado um risco aumentado de pólipos colorretais potencialmente cancerosos em quem dormia menos de seis horas por noite.
As crianças também podem experimentar distúrbios hormonais por conta do sono inadequado. O hormônio do crescimento é liberado durante o sono profundo; ele não apenas estimula o crescimento em crianças como também incentiva a massa muscular e repara células e tecidos danificados tanto em crianças quanto adultos.
O Dr. Vatsal G. Thakkar, psiquiatra ligado à Universidade de Nova York, descreveu recentemente evidências associando o sono inadequado a um diagnóstico errôneo do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade em crianças.
Em um estudo, 28% das crianças com problemas de sono tinham sintomas do transtorno, mas não o distúrbio em si. Durante o sono, o organismo produz citocinas, hormônios celulares que auxiliam no combate a infecções. Dessa forma, quem dorme menos pode ser mais suscetível a infecções de rotina, tais como resfriados e gripe.
Mais chance de ficar resfriado
Em um estudo com 153 homens e mulheres saudáveis, Sheldon Cohen e colegas da Universidade Carnegie Mellon constataram que quem dorme menos do que sete horas por noite tinha uma probabilidade três vezes maior de desenvolver sintomas de resfriado quando expostos a vírus causadores da doença do que quem dorme oito horas ou mais.
Alguns dos efeitos mais insidiosos do sono reduzido envolvem processos mentais como o aprendizado, memória, julgamento e resolução de problemas. Durante o sono, o novo aprendizado e caminhos da memória são codificados no cérebro, e sono adequado é necessário para tais caminhos funcionarem da melhor maneira possível.
Pessoas descansadas são mais capazes a aprender uma tarefa e têm uma probabilidade maior de se lembrar do que aprenderam. O declínio cognitivo que muitas vezes acompanha o envelhecimento pode em parte resultar de sono ruim crônico.
Com sono insuficiente, o pensamento é lento, ficando mais complicado se concentrar e prestar atenção, e as pessoas têm uma probabilidade maior de tomar decisões ruins e assumir riscos indevidos. Como é possível imaginar, tais efeitos podem se revelar desastrosos na operação de um veículo motorizado ou máquina perigosa.
Em testes de direção, pessoas privadas do sono agem como se estivessem bêbadas e nenhuma quantidade de cafeína ou ar frio consegue refrear os efeitos nocivos.
Na sua próxima consulta de saúde, diga ao médico por quanto tempo dorme e qual é a qualidade do sono. Seja sincero: a duração e a qualidade do sono podem ser tão importantes à sua saúde quanto a pressão sanguínea e o nível do colesterol.

Programa para médicos estrangeiros e brasileiros terá salário de R$ 10 mil


Intenção é levar médicos para municípios distantes, diz Ministério da Saúde.
Entre estrangeiros, profissionais da Espanha e Portugal devem ter prioridade.

Rafael SampaioDo G1, em São Paulo
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O programa que está sendo estruturado para atrair médicos brasileiros e estrangeiros para atuar no interior do Brasil vai oferecer salário de R$ 10 mil, segundo o Ministério da Saúde. As regras ainda estão sendo definidas, mas é provável que o valor seja fixo independente da região em que os profissionais atuem, afirmou a pasta ao G1.
A intenção do ministério é atrair primeiro médicos brasileiros para suprir a ausência de profissionais em municípios distantes do país. Caso a mão-de-obra não seja suficiente, estrangeiros devem ser aceitos, provavelmente com autorização de trabalho por um período determinado, diz a pasta.
Ainda não há um número definido de vagas no novo programa, mas o ministério diz ter uma ideia da demanda pelo número de postos não preenchidos na última edição do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), no qual municípios se inscrevem para receber médicos bolsistas. Segundo a pasta, cerca de 13 mil vagas foram abertas na última edição do Provab, mas só 3,5 mil médicos estão atuando no programa, o que indica que de 9 a 10 mil vagas não foram preenchidas.
Deve haver avaliação do currículo dos estrangeiros e da atuação do profissional no país de origem, além do seu histórico de trabalho e outros critérios de seleção, diz o ministério. O mais provável, diz a pasta, é que os estrangeiros interessados no programa permaneçam por um período de avaliação de três semanas em uma universidade ou instituição de ensino superior brasileira - ainda não está definido como as instituições farão a adesão ao novo programa.
O programa pode vir a englobar estrangeiros que não fizeram revalidação do diploma, desde que eles passem por avaliação e haja um prazo de trabalho definido, afirma a pasta.
O ministério diz ainda que países com menos médicos por habitantes do que o Brasil (média de 1,8 médicos para cada mil habitantes) não devem ter profissionais incluídos no programa. Isso deixa de fora Peru (0,9 médicos para cada mil habitantes), Paraguai (1,1 médicos para cada mil habitantes) e Bolívia (1,2 médicos para cada mil habitantes), ressalta a pasta.
A prioridade deve ser para a vinda de médicos de Portugal e da Espanha, diz o ministério, por serem países com proximidade na língua e por terem bons centros de formação em saúde. O desemprego e a crise econômica que afetam esses países também são critérios levados em conta pela pasta para priorizá-los.
Alto risco
Na última semana, representantes da Associação Médica Brasileira (AMB) afirmaram, em São Paulo, que a vinda de médicos estrangeiros para o sistema público seria uma medida de "alto risco". A associação promete ir à Justiça e buscar órgãos internacionais em ações contra a medida.
No dia 21 de junho, em pronunciamento em rede nacional, a presidente Dilma Rousseff (PT) propôs incentivar a contratação de médicos estrangeiros para trabalhar exclusivamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

terça-feira, 2 de julho de 2013

ONU acredita em redução expressiva da fome até 2015


Relatório aponta progressos substanciais para metas do milênio.
Uma em cada oito pessoas no mundo não come de maneira suficiente.

Da France Presse
Comente agora
ONU considera possível reduzir à metade em 2015 o número de pessoas que passam fome no mundo na comparação com 1990.
"Registramos progressos substanciais e significativos para alcançar várias metas do milênio, incluindo reduzir à metade o número de pessoas que vivem na extrema pobreza ou reduzir à metade a proporção da população sem acesso permanente a água potável", destaca o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em um relatório.
Além da redução da pobreza, as metas do milênio, fixadas no ano 2000, incluem assegurar educação primária para todos, promover a igualdade de sexos, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, combater a Aids, a malária e outras doenças, preservar o meio ambiente e implementar um compromisso mundial a favor do desenvolvimento.
Segundo as últimas estimativas, uma em cada oito pessoas no mundo (870 milhões) não come de maneira suficiente, segundo o documento.
Apesar dos números ainda altos, "a proporção de pessoas subalimentadas caiu de 23,2% em 1990-1992 a 14,9% em 2010-2012", indica o relatório.

Garoto de 2 anos com QI alto é aceito em sociedade britânica de gênios


Adam Kirby lê Shakespeare e está aprendendo novos idiomas.
Menino tem QI mais alto que o estimado para Barack Obama, diz agência.

Do G1, em São Paulo
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O menino Adam Kirby, de dois anos, que tem QI de 141 (Foto: Mikey Jones/Caters News)O menino britânico Adam Kirby, de dois anos, que tem QI de 141 (Foto: Mikey Jones/Caters News)
Um garoto britânico de dois anos tornou-se o mais jovem membro de uma sociedade formada por pessoas de alto QI, a Mensa, fundada na Inglaterra em 1946, segundo a agência de notícias Caters. Adam Kirby fez um teste que lhe deu 141 como índice de QI, mais alto que o estimado para o presidente dos EUA, Barack Obama, e para o primeiro-ministro britânico, David Cameron, ainda de acordo com a agência.
Apesar de não ser capaz de falar frases completas, o garoto lê Shakespeare e está aprendendo três idiomas: japonês, espanhol e francês, afirma a Caters. Os pais dizem ter percebido que o filho era especial quando ele leu um livro e "se treinou" para ir ao banheiro sozinho com apenas um ano.
Seu pai, Dean Kirby, de 33 anos, disse ao jornal britânico "Daily Mail" que as habilidades de Adam são "surpreendentes". "Enquanto a maioria das crianças está aprendendo a engatinhar ou ficar em pé, Adam lê muito, e a impressão que temos é que seu desenvolvimento é muito rápido", contou.
"Costumávamos mostrar a ele cartões com as palavras 'rinoceronte' e hipopótamo', quando ele era menor, e ele conseguia quase sempre identificar os animais corretamente", relatou o pai ao jornal. Com apenas dois anos, o garoto já consegue falar mais de cem palavras, está aprendendo a tabela periódica e outros feitos, de acordo com a Caters.

SUS vai oferecer vacina contra HPV a partir de 2014


Rede pública vai vacinar meninas de 10 e 11 anos, informa ministério.
Vacina será a 27ª oferecida pela rede pública e terá produção nacional.

Do G1, em Brasília
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O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (1º), que o SUS passará a oferecer vacina contra o papilomavírus humano (HPV) a partir de março de 2014. Esta será a vigésima sétima vacina oferecida pelo sistema público de saúde.
O SUS fará a imunização de meninas de 10 e 11 anos.  As vacinas só poderão ser aplicadas com autorização dos pais ou responsáveis.
A meta é vacinar 80% desse público-alvo. De acordo com o ministério, serão investidos R$ 360,7 milhões para adquirir 12 milhões de doses.
A vacina vai ser utilizada contra quatro tipos do vírus HPV, que, segundo o ministério, são responsáveis por alto índice de casos de câncer de colo de útero. O produto será feito no Brasil por meio de parceria para o desenvolvimento produtivo (PDP) entre um laboratório internacional (Merck) e o Instituto Butantan.
De acordo com o ministério, a vacina tem eficácia comprovada para pessoas que ainda não iniciaram a vida sexual, mas não elimina as outras ações de prevenção, como a realização do exame papanicolau e o uso de camisinha nas relações sexuais. A imunização ocorrerá nas unidades de saúde e nas escolas públicas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da incorporação da vacina contra o HPV ao SUS e a implementação da tecnologia que possibilitará a produção nacional.
"É mais uma medida para enfrentar o câncer de colo de útero, que ainda é um problema para a população brasileira, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, e em outras menos desenvolvidas do nosso país", afirmou.

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HPV (Foto: Arte/G1)