Academia Equilíbrio

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Seu filho não dorme? Confira todas as dicas da série do Bem Estar


'Meu filho não dorme' mostra como pais podem melhorar o sono dos filhos.
Veja abaixo todos os vídeos, reportagens e informações sobre o assunto.

Do G1, em São Paulo
10/11/14 - A criança ficou doente?
É melhor parar o processo de reeducação do sono. É importante que ela esteja saudável, explica especialista.

05/11/14 - Exclusivo na web: especialista explica importância da rotina
Os pais precisam criar uma rotina, para que a criança saiba o que vai acontecer e se sinta segura. No entanto, é importante implantar esse hábito aos poucos, gradualmente, como explica a especialista Marcia Horbacio no vídeo acima. É importante também que os pais entendam que a rotina deles também pode mudar no processo de reeducação do sono dos filhos.

04/11/14 - Incentive o filho a dormir no próprio quarto
Se a criança não dorme no próprio quarto, os pais devem "criar" um bom ambiente, ou seja, fazer coisas que ela gosta no quarto dela, colocar bichinhos de pelúcia e brinquedos. Depois, na hora de colocá-la para dormir, os pais devem ficar na cadeira até que elas adormeçam. Se elas chorarem, é preciso acalmá-las, mas sem pegar no colo. É importante que todo esse processo seja feito aos poucos, gradualmente, para não traumatizar a criança.

30/10/14 - Soneca da tarde pode ajudar no sono da noite
Quanto mais a criança dormir, mais ela vai dormir bem à noite. Se ela precisa de tantas horas de sono durante o dia e os pais cortam essa soneca achando que vai piorar o sono da noite, pode acontecer justamente o contrário. Veja as dicas no vídeo acima.

29/10/14 - Exclusivo na web: amamentação
É esperado que o bebê pequeno não fique várias horas sem mamar. A amamentação é mais do que apenas matar a fome, é também o momento em que ele tem o aconchego da mãe e se sente seguro.

28/10/14 - Confira métodos do sono
- Choro controlado: se a criança chorar, os pais esperam um tempo para entrar no quarto e confortá-la.
- Encantadora de bebê: toda vez que a criança chorar, o pai ou a mãe deve pegá-la no colo para acalmá-la e depois colocá-la no berço ainda acordada.
- Método da cadeira: o pai ou a mãe fica com a criança ao lado do berço, para acalmá-la, e vai se afastando aos poucos ao longo dos dias.

24/10/14 - Técnica do "charutinho" acalma o bebê pequeno
É só envolvê-lo em um pano, como mostra o vídeo acima. Mas só à noite, no começo do sono, para ajudá-lo a dormir; durante o dia, não é bom fazer isso. Depois que ele começa a rolar sozinho, aí não é mais indicado fazer. A criança mais velha precisa de uma reeducação do sono.

23/10/14 - Como tirar o peito ou a mamadeira durante a noite?
É importante tirar o peito com delicadeza, para que o bebê não adormeça e fique com essa última lembrança. Se os pais decidirem mesmo que querem parar com a amamentação ou mamadeira, é hora de começar a reeducação do sono – a mãe pode entrar algumas vezes no quarto para amamentar e o pai pode também proporcionar momentos de conforto para o filho, até que ele se acostume. Quando ele ficar menos dependente, ele pode começar a acordar menos vezes ao longo da noite.

22/10/14 - Descarte distúrbios do sono antes de começar a reeducação 
Se a criança não dorme, é importante procurar um médico para avaliar se ela tem bruxismo, sonambulismo, síndrome das pernas inquietas ou enurese, que é a incapacidade de segurar o xixi. É possível ainda que ela tenha alguma doença, como o refluxo ou a apneia do sono, ou ainda otites, alergias e gripes, por exemplo.

17/10/14 - Rotina ajuda a melhorar o sono
O sono de dia e o sono da noite precisam ter um ritual. É importante também que a criança tenha uma rotina ao longo do dia, para que fique mais segura e durma melhor.

17/10/14 - Criança precisa aprender a dormir sozinha
Os pais precisam ensinar o filho a dormir sozinho, mas a maneira de fazer isso depende de cada família.
Dicas:
- Recém-nascidos devem dormir no berço com a barriga para cima e sem muitos cobertores. Se estiver frio, as mãozinhas devem ficar para fora.
- Evite almofadas fofas e protetores de berço.
- A criança deve consumir alimentos leves antes de dormir.
- Crie um ambiente calmo; tente descobrir o que o seu bebê gosta e o que o acalma.

16/10/14 - Preste atenção nos hábitos do seu filho antes de dormir
Ele só dorme com você junto? Só enquanto mama? Você corre para a cama dele logo que ouve um barulhinho? Dica do Bem Estar: fique atento a tudo isso porque esses são sinais que podem dizer muito sobre o sono dos pequenos.

15/10/14 - Manias na hora de dormir
Tem criança que só dorme na própria cama se a mãe ou o pai estiver junto, ou só dorme na cama dos pais, ou ainda se estiver no colo mamando. Para ajudar a família, a primeira coisa que uma consultora do sono faz é justamente investigar a dinâmica dentro de casa e avaliar os hábitos, para depois corrigir o que há de errado.

13/10/14 - Principais problemas que aparecem na hora de colocar a criança na cama:
1. Elas não conseguem dormir sem ajuda
2. Elas acordam várias vezes durante a noite
3. Elas acordam muito cedo, por volta das 4 horas da manhã
4. A falta de sono durante o dia pode deixá-los muito mais cansados à noite

E as consequências da falta de sono?
A criança que dorme mal vive doente e pode ficar mais gripada e irritada. Mais tarde, ela pode ter ainda déficit de atenção, dificuldades de se concentrar, dificuldade de memória, ansiedade e até problemas de crescimento.


13/10/14 - Meu filho não dorme. E agora?
O brasileiro dorme muito menos do que deveria. Quem tem filhos sofre muito mais com isso porque se os pequenos não dormem, eles também não dormem. Chorar, fazer cara de bravo, resmungar... são várias dificuldades na hora de colocá-los na cama. E para resolver, os pais tentam de tudo - historinhas, musiquinhas e até um prato de maçã no quarto para melhorar o aroma. Será que isso tudo funciona? Como melhorar o sono dos dois?

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/10/seu-filho-nao-dorme-confira-todas-dicas-da-serie-do-bem-estar.html

Alongamento e boa postura podem proteger articulações e evitar dores


Bem Estar desta segunda-feira (10) explicou causas de dores articulares.
Uma das maneiras de melhorar é com RPG, que ajuda a corrigir a postura.

Do G1, em São Paulo
As articulações permitem os movimentos do corpo e por serem exigidas o tempo todo, têm um risco de sofrer desgastes ou lesões – por isso, as dores articulares são muito comuns e podem até comprometer ou limitar os movimentos. Apesar serem mais comuns em idosos e esportistas, as dores podem também atingir jovens e adultos e, por isso, é importante tomar alguns cuidados para evitar, como explicou o ortopedista Mateus Saito no Bem Estar desta segunda-feira (10).
Uma das dicas é o alongamento, que reduz a sobrecarga nas articulações e faz com que elas deslizem mais e melhor  – fazer pausas durante o dia, seja em casa ou trabalho, e alongar-se com movimentos suaves e simples ajuda a manter o corpo flexível, como afirmou a terapeuta ocupacional Raquel Matos.
É importante ainda prestar atenção à postura, que também pode ser um fator de risco para dores – um dos jeitos de melhorar é através da reeducação postural global, o RPG, técnica que mostra a maneira correta de se posicionar ao longo do dia, como mostrou a fisioterapeuta Clóris Regina Fleury.
Os especialistas alertaram ainda para o uso de munhequeiras, que limitam o movimento de determinada articulação. Vale lembrar que existem diversos tipos no mercado e é preciso definir qual usar – quem vai usar de maneira preventiva pode optar pelas mais macias; já quem está durante um tratamento de alguma lesão pode escolher uma mais rígida, mas sempre de acordo com a orientação de um profissional de saúde. Antes de comprar, é preciso fazer um teste: se estiver justa, sem machucar, é porque está boa, como explicou a terapeuta ocupacional Raquel Matos.
Por último, os especialistas alertaram que as dores articulares podem ser leves ou graves – em casos simples, colocar gelo é o primeiro recurso e já pode ajudar. No entanto, se a dor for muito forte, recorrente e não passar com o gelo, é fundamental procurar um médico para avaliar se não há alguma doença.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/11/alongamento-e-boa-postura-podem-proteger-articulacoes-e-evitar-dores.html

Brasil e Espanha firmam parceria para ampliar atuação em transplantes


Acordo prevê intercâmbio de profissionais para ensino de novas técnicas.
Foco inicial é na cirurgia de intestino e no transplante com 'o coração parado'.

Eduardo CarvalhoDo G1, em São Paulo
Os governos do Brasil e da Espanha vão firmar nesta terça-feira (11) um acordo que permite a transferência de conhecimento na área de transplante de órgãos entre os dois países. A ideia do Ministério da Saúde é preencher lacunas existentes no sistema brasileiro de doação de órgãos e dar os primeiros passos para a criação de uma política pública voltada à formação de profissionais.
A cooperação técnica prevê o envio de brasileiros a Espanha para atuação em hospitais, onde aprenderão técnicas não aplicadas por aqui. Há previsão também da vinda de especialistas da Espanha. As ações se iniciam em 2015.
O governo brasileiro manteve desde 2004 um convênio informal com o país europeu, que permitiu o envio de até oito profissionais por ano para um treinamento específico na área.
De acordo com Heder Murari, coordenador do Sistema Brasileiro de Transplantes, agora, uma das prioridades será adquirir mais informações sobre transplantes de intestino, primeiro passo para a realização da cirurgia multivisceral – a mais complexa do sistema digestivo por envolver a substituição de vários órgãos de uma só vez.
Por ano, segundo o ministério, são registrados dez pedidos de transplante de intestino, a maioria em crianças (70%). “É uma lacuna que temos no nosso sistema. Muitas crianças precisam dele e o Brasil nunca o realizou em larga escala”, disse.
Ainda sobre as doações multiviscerais, o Brasil vai firmar em breve parceria com duas instituições, uma dos Estados Unidos e outra da Argentina, para que profissionais sejam trazidos desses países e auxiliem em operações deste porte. Segundo Murari, os acordos devem ser assinados em breve.

A primeira vez que este procedimento ocorreu no Brasil foi em maio deste ano, quando o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo atendeu um homem de 33 anos, que recebeu estômago, duodeno, intestinos, pâncreas e fígado. No entanto,ele morreu por complicações registradas no pós-operatório.
Técnica do coração parado
Outro interesse do Ministério da Saúde na parceria com a Espanha é na técnica chamada "morte circulatória", que consiste no uso de um equipamento que atua como um coração artificial em casos de óbito por parada cardíaca. O método mantém a irrigação corporal por mais algumas horas, até que os órgãos aptos para doação sejam retirados.
No Brasil, a captação de órgãos só acontece quando a morte cerebral é constatada e há autorização da família para a doação. A intenção do ministério não é implantar de uma só vez o método, mas testá-lo em um projeto piloto que seria implantado em alguma capital.
“A técnica reduziria a fila de espera pelo transplante de pulmão, que normalmente fica danificado quando o doador permanece internado por muito tempo e tem a morte encefálica constatada”, explica.
Autorização da família ainda é entrave
De acordo com o ministério, no primeiro semestre deste ano foram realizados 11,4 mil transplantes. Desse total, 6,6 mil foram cirurgias de córnea, 3,7 mil de órgãos sólidos (coração, fígado, rim, pâncreas, rim/pâncreas e pulmão) e 965 de medula óssea. Em 2013, o Brasil fechou o ano com 23.457 transplantes realizados.

Mesmo com mais de mil equipes distribuídas pelo Brasil e 400 unidades prontas para atuarem nessa área, ainda há uma grande dificuldade em aumentar números no país: a falta de autorização da família para a cirurgia.
“O índice de doação no Brasil é de 13,5 por milhão de pessoas. Na Espanha, é de 37 por milhão. Queremos melhorar nossa gestão e chegar a 30 por milhão de pessoas”, finaliza Murari.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/11/brasil-e-espanha-firmam-parceria-para-ampliar-atuacao-em-transplantes.html

Aedes aegypti representa risco em 125 municípios do país, diz governo


Número apresentado na semana passada era de 117 municípios. 
Governo prepara campanha de prevenção da dengue e febre chikungunya.

Do G1, em São Paulo
Info Chikungunya V1 (Foto: Editoria de Arte/G1)
O Ministério da Saúde atualizou para 125 o número de municípios do Brasil risco alto de registrar infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya. O número anterior, divulgado na semana passada, era de 117 municípios. De acordo com a pasta, nessas cidades foram encontrados focos do mosquito em quatro de cada cem casas visitadas.
As informações integram o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes Aegypti (LIRAa), feito em outubro, que analisou a existência de locais com larvas em 1.524 cidades. Seu objetivo é apontar as regiões com maior risco de transmissão das doenças.
De acordo com o levantamento, Rio Branco é a única capital em situação de risco, com índice de 4,2. São dez as capitais que apresentaram situação de alerta (Porto Alegre, Cuiabá, Vitória, Maceió, Natal, Recife, São Luís, Aracaju, Belém e Porto Velho) e outras 11 estão com índices satisfatórios (Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Macapá, Teresina e João Pessoa). Cinco capitais (Boa Vista, Manaus, Palmas, Fortaleza e Salvador) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa.
Segundo o governo, outras 552 cidades foram classificadas em situação de alerta (pois tinham entre uma e três casas a cada cem com larvas) e 847 apresentaram situação satisfatória (um ou menos imóveis de cada centena continha focos do Aedes aegypti).
No ano passado, o LIRAa apontou 159 municípios em situação de risco e 539 em alerta. Apesar do número de cidades consideradas críticas ter sido menor este ano em relação a 2013, há uma preocupação maior por causa dos casos de chikungunya. Até 25 de outubro, foram diagnosticados 824 casos da febre no país. O primeiro foi confirmado em setembro. Já os casos de dengue somam 556.317 este ano.
Neste ano, 379 pessoas morreram por dengue no país, segundo o Ministério da Saúde. Em 2013, foram 646 óbitos.

De acordo com a pasta, o estudo é importante para reduzir a transmissão durante o verão,  que é a estação mais propícia, já que a combinação de chuva e calor é ideal para a procriação do Aedes aegypti. “Se não agirmos com rapidez, em janeiro vai para 8% a 10% [8 a 10 casas com o foco do mosquito a cada 100 imóveis]”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Nova campanha
Com o slogan “O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”, o ministério lançou uma campanha nesta terça para chamar a atenção sobre a importância da prevenção ao mosquito transmissor das duas doenças.
Foram produzidas peças publicitárias com imagens que mostram os criadouros do Aedes aegypti, como vasos de plantas com água, sacos de lixo, caixas d’água abertos, pneus desprotegidos e garrafas plásticas destampadas. De acordo com a pasta, é preciso destacar que a forma de combate ao foco do mosquito é a mesma para se evitar as duas doenças.
Sintomas
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.
Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, ela pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos, o chikungunya é único. Uma vez que a pessoa é infectada e se recupera, ela se torna imune à doença. Quem já pegou dengue não está nem menos nem mais vulnerável ao chikungunya: apesar dos sintomas parecidos e da forma de transmissão similar, tratam-se de vírus diferentes.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/11/aedes-aegypti-representa-risco-em-125-municipios-do-pais-diz-governo.html