Academia Equilíbrio

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Doce vicia? Especialistas contam qual a quantidade ideal de açúcar por dia

Por que tanta gente é viciada em doce?
Temos que ingerir, no máximo, 50 gramas por dia de açúcar.

Do G1, em São Paulo
Por que tanta gente é viciada em doce? O Bem Estar desta segunda-feira (1) falou sobre o assunto com o endocrinologista Bruno Halpern e com a nutricionista Tania Rodrigues. O vício em doce é mais psicológico que químico, explicam os especialistas.
E existe uma quantidade de açúcar? Sim! Podemos consumir até 10% das calorias diárias em forma de açúcar. Em uma dieta de duas mil calorias, 200 podem ser de açúcar. Em grama são 50 por dia. Isso contando todos os alimentos, não só o açúcar adicionado.
Se você tomar uma lata de refrigerante normal, estará ingerindo 39 gramas de açúcar, quase três colheres de sopa cheias. Um pote de iogurte tem 15 gramas, o equivalente a uma colher de sopa de açúcar. Já uma colher de geleia tem 12 gramas.































fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/doce-vicia-especialistas-contam-qual-quantidade-ideal-de-acucar-por-dia.html


Pesquisa explica por que pessoas ganham peso diferente comendo a mesma comida


Pesquisa em andamento mostra que micróbios intestinais podem ter relação com alimentação e que as pessoas têm picos de açúcar com alimentos distintos entre si.

Da BBC
Médica Saleyha Ashan teve nível de açúcar no sangue monitorado por uma semana  (Foto: BBC)Médica Saleyha Ashan teve nível de açúcar no sangue monitorado por uma semana (Foto: BBC)
Alimentos que fazem algumas pessoas ganharem peso têm poucos efeitos em outras, e os motivos estão sendo investigados em uma pesquisa sendo feita pelo Israel.
Pode ser a hora de repensarmos nossas dietas, diz a médica Saleyha Ashan, que participou do programa da BBC Trust me, I'm a Doctor (Confie em mim, sou médico, em tradução literal), que foi conhecer a pesquisa israelense in loco.
"Admito que, como a maioria da população, estou em uma eterna batalha para perder peso. No meu caso, é mais uma preocupação com saúde do que com estética", diz Ashan.
"Tenho síndrome de ovário policístico e um histórico familiar de diabetes tipo 2, e isso me coloca em alto risco de desenvolver diabetes. Sempre me preocupei com os alimentos que como, mas mesmo assim nunca vi nenhuma mudança no meu peso, enquanto alguns amigos comem o que querem sem engordar nada. Parece que eles podem 'quebrar todas as regras'."
Mas talvez isso ocorra apenas porque nós estávamos errados quanto a essas regras, pondera Ashan.
O Weizmann Institute of Science, de Israel, está monitorando mil pessoas em detalhes, minuto a minuto, para ver exatamente como seus corpos reagem à comida - e os primeiros resultados estão reescrevendo as regras da nossa relação com a alimentação.
Quando comemos, o nível de açúcar no nosso sangue sobe - e são muito importantes para a nossa saúde tanto a velocidade com que o açúcar atinge seu pico quanto a rapidez com que nossos corpos lidam com isso e voltam ao normal.
Picos constantes podem levar a diabetes tipo 2, nos fazer acumular mais gordura e aumentar o risco de outras doenças.
Salada, comida saudável, alimentação, verduras, dieta, alface, saúde, Bem Estar (Foto:  Reuters/Courtesy of Oldways)Pesquisa avaliou reação de pessoas às mesmas comidas por uma semana (Foto: Reuters/Courtesy of Oldways)
Os alimentos foram, por isso, classificados tradicionalmente pela sua capacidade de causar um pico de açúcar no sangue - alimentos com alto valor glicêmico seriam ruins para nós, e baixos seriam bons. Qualquer nutricionista diria isso. Mas a pesquisa israelense, liderada por Eran Segal e Eran Elinav, sugere que isso não é tão simples.
A experiência
Quando Saleyha Ashan chegou a Tel Aviv para conhecer o experimento e servir de "cobaia", a equipe não apenas a examinou e pediu seu histórico familiar, como também implantou um pequeno monitor de glicose sob sua pele, que monitoraria seu nível de açúcar no sangue de forma constante pela semana seguinte.
A equipe de nutricionistas preparou menus especiais para ela durante seis dias, com o objetivo de testar a reação de seu corpo a algumas refeições, misturadas a alguns dos alimentos que ela costuma comer.
"Sou uma médica de pronto-socorro, o que certamente tem efeitos na minha dieta. Correr o dia inteiro com padrões de trabalho incomuns significa que nunca tenho um horário para comer - e, ao menos que eu seja super organizada, vivo à mercê da lanchonete do hospital", explica Ashan, que contou um pouco de seus hábitos alimentares.
Variedades de sushi serão servidos em festival em Ribeirão Preto, SP (Foto: Gislaine Oliveira/Divulgação)Sushi era um dos 'lanchinhos saudáveis' para médica (Foto: Gislaine Oliveira/Divulgação)
Ela não costuma comer pão no dia a dia, mas adora uvas. "Posso comer aos montes e me sinto livre de culpa. Elas são o meu lanche saudável. Outra coisa que como sem culpa é sushi". Aquela era a hora de descobrir o que esses alimentos realmente faziam com o corpo dela.
Outros fatores - como nível de estresse, exercício e sono - podem afetar nossa reação de glicose, então os pesquisadores a fizeram anotar tudo que ela fazia durante o dia.
Mas o mais importante foi que, como a pesquisa inicial deles sugeria que pessoas diferentes apresentavam reações diferentes ao mesmo tipo de alimentação, Ashan fez uma dupla com uma outra voluntária do mesmo sexo e da mesma idade que ela - Leila.
"Na semana seguinte, eu e Leila fizemos e comemos exatamente as mesmas coisas - fomos aos mesmos restaurantes e pesamos as refeições com cuidado para ter certeza de que eram o mais idênticas possível. Os livros de nutrição diziam que nossos corpos deveriam respondem a eles de forma semelhante. Os pesquisadores israelenses suspeitavam que isso não aconteceria."
Resultados surpreendentes
Ashan conta que ficou completamente surpresa quando os resultados chegaram.
"Todos os meus 'lanchinhos saudáveis', como uvas e sushi, provocavam em mim grandes picos de açúcar, assim como um sanduíche de frango e cereal. E o menu 'bom' era chocolate, sorvete e refrigerante tipo coca-cola normal", conta ela.
"Para Leila, os resultados foram muito diferentes. Enquanto macarrão era ruim para mim, era ok para ela. Iogurte era bom para mim mas ruim para ela, e nossas respostas a pão com manteiga também eram completamente opostas."
Todos nós temos milhares de bactérias diferentes, vírus e fungos em nossos intestinos, que não apenas ajudam na decomposição dos alimentos como produzem compostos que nossos corpos absorvem e que podem influenciar em quase todos os aspectos de nossas vidas
Aparentemente, ninguém havia suspeitado que um grau de variação individual tão grande existia, simplesmente porque um estudo controlado com tantas pessoas nunca havia sido feito antes. Aparentemente, não existem alimentos com "alto" e baixo" nível glicêmico - isso depende totalmente de seu próprio corpo.
Mas por que os corpos variam tanto? A equipe também tem uma ideia sobre isso agora - e a resposta tem implicações animadoras.
Além da bateria de testes, Ashan e Leila também fizeram um exame de fezes e, com isso, o laboratório pôde descobrir a composição dos micróbios de cada intestino.
Todos nós temos milhares de bactérias diferentes, vírus e fungos em nossos intestinos, que não apenas ajudam na decomposição dos alimentos como produzem compostos que nossos corpos absorvem e que podem influenciar em quase todos os aspectos de nossas vidas, do nosso sistema imunológico a nosso metabolismo a neurotransmissores.
Devido a descobertas tecnológicas em sequenciamento de genes nos últimos anos nós começamos a entender a diversidade e a importância dessa flora, que são uma parte importante de "nós".
Chocolate (Foto: AmaWaterways/Divulgação)Teste mostrou que chocolate e sorvete eram aimentos bons para Ashan (Foto: AmaWaterways/Divulgação)
Ao comparar os micróbios do intestino dos centenas de voluntários do estudo a sua resposta de açúcar, Segal e Elinav conseguiram descobrir que nossos micróbios podem ser a chave para descobrir por que os picos de açúcar no sangue são tão individuais. Os químicos que eles produzem, aparentemente, controlam nossos corpos até aí.
Mudança
O que é animador é que, ao contrário de nossos genes, nós podemos mudar nosso micróbios. E isso é uma ótima notícia para compensar quem descobrir que sua comida predileta é "ruim" para seus níveis de açúcar.
"Quantos aos meus micróbios, no momento eu tenho um misto de boas e más notícias", relata Ashan.
"A variedade de tipos de bactéria que eu tenho é limitada e não é a ideal. Pessoas mais saudáveis, aparentemente, têm uma diversidade maior. Mas a taxa das duas principais que eu tenho está em uma categoria boa. Eu também achei interessante que eu tinha muitas bactérias associada a ovário policístico. Foi uma grande surpresa para mim que poderia haver uma ligação enter micróbios vivendo no meu intestino e um problema médico como esse."
Elinav e Segal garantiram a Ashan, porém, que ao aderir à dieta "que suas bactérias gostam", ela conseguiria impactos mais profundos na sua saúde e bem-estar.
O objetivo é que qualquer pessoa em breve possa mandar uma amostra de fezes para que seja analisada e, sem a necessidade de um monitoramento de açúcar no sangue por uma semana, receba uma dieta personalizada
Então, munida da lista das "boas" comidas para ela, Ashan está entrando em uma segunda fase do estudo.
"Vou ver se consigo mudar a composição das minhas bactérias intestinais. Meus exames mostraram que, apesar de eu ter um bom equilíbrio entre os dois grandes grupos de bactérias, praticamente não tenho um terceiro grupo, que pode ser a chave para um peso mais saudável. Também tenho pouca diversidade microbiana", conta ela.
Ao longo do próximo mês, ela terá de mandar amostras para Israel para análise.
Os pesquisadores do Weismann Institute estão prosseguindo com seu trabalho com um grande estudo de um ano de duração sobre como as pessoas podem melhorar seus micróbios intestinais.
O objetivo deles é que qualquer pessoa, de qualquer parte do mundo, em breve possa mandar uma amostra de fezes para que seja analisada e, sem a necessidade de um monitoramento de açúcar no sangue por uma semana, receba uma dieta personalizada que estabilize seu níveis de açúcar no sangue e melhores seus micróbios intestinais.
Segundo eles, a obesidade difundida e epidemia de diabetes mostram que as atitudes que estamos tomando agora para mudar nossa relação com comida não estão funcionando.
"Então, enquanto eu como meu chocolate com sorvete (embora os pesquisadores enfatizem que uma dieta equilibrada nutricionalmente é importante, como sempre foi), estou ansiosa para saber se consigo perder peso e ficar mais saudável como resultado", diz Ashan.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/01/pesquisa-explica-por-que-pessoas-ganham-peso-diferente-comendo-mesma-comida.html

Propagação 'explosiva' pode levar zika a 4 milhões de casos, diz OMS


Organização Mundial da Saúde afirma que vírus já chegou a 23 países.
Ligação com microcefalia não é certa, mas há 'forte suspeita', diz diretora.

Do G1, em São Paulo
Casos de zika no mundo - 28/1/16 (Foto: Editoria de arte/G1)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quinta-feira (28) a criação de um Comitê de Emergência para orientar sobre formas de lidar com o zika vírus, que já atinge 23 países. Para a diretora-geral da organização, a doença "se propaga de maneira explosiva". O número de casos, estima a organização, pode chegar a 4 milhões nas Américas.
"O vírus foi detectado ano passado na região das Américas, onde se propaga de maneira explosiva", afirmou Margaret Chan durante uma reunião para os Estados-membros da organização em Genebra, na Suíça, de acordo com a agência France Presse.

A instituição teme o registro de 3 a 4 milhões de casos da doença apenas nas Américas. Destes, 1,5 milhão deve ocorrer no Brasil.
"Atualmente, casos foram notificados em 23 países e territórios na região. O nível de alerta é extremamente alto", acrescentou. O comitê vai se encontrar em Genebra em 1º de fevereiro.

Clique aqui e veja quais países têm mais casos registrados de zika depois do Brasil.
Segundo Marcos Espinal, diretor de Doenças Comunicáveis e Análise de Saúde da OMS, o nível de emergência é alto, e países não podem esperar para agir, pois a epidemia vai se espalhar para fora das Américas.
"Devemos assumir que isso vai para todo lugar, não devemos esperar para agir", disse Espinal. "Precisamos ter controle de vetores agressivo nesses países, onde nem o mosquito nem a população haviam sido expostos a esse vírus antes e, por isso, têm baixa imunidade."

El Niño
Margaret Chan disse ainda que eventos climáticos alimentados pelo El Niño, que levam chuva e calor a áreas mais extensas, vão contribuir para espalhar a doença. A pedido dos países membros, a organização promove uma sessão informativa sobre o vírus.
Além do fator climático, Chan disse estar preocupada com o fato de que o vírus é originário de populações animais da África subsaariana, e populações de outros continentes provavelmente se mostrarão mais suscetíveis ao vírus.
A OMS também teme uma "associação provável da infecção com malformação congênita e síndromes neurológicas", mas também "pela falta de imunidade entre a população nas regiões infectadas" e a "falta de vacinas, tratamentos específicos e testes de diagnóstico rápidos", segundo a France Presse.
Apesar de a presença do vírus ter grande correlação com casos de microcefalia no Brasil, Chan afirma que ainda não está totalmente comprovado que um afeta o outro. Para a síndrome de Gullain-Barré, colapso neurológico que pode ser causado pelo vírus, também faltam evidências.
"Ainda não foi estabelecida uma relação causal entre a infecção viral por zika e malformações no nascimento, além de síndromes neuroimunológicas", disse Chan. "Há uma forte suspeita, porém."
Aedes aegypti (Foto: Luis Robayo/AFP)Aedes aegypti transmite zika vírus, dengue, febre amarela e febre chikungunya (Foto: Luis Robayo/AFP)
Evitar viagens
A França recomendou nesta quinta que as mulheres grávidas não viajem aos territórios franceses da Guiana e Antilhas, onde há a presença do zika vírus.
Segundo a ministra francesa da Saúde, Marisol Touraine, em alguns dias serão enviados reforços médicos para a ilha francesa da Martinica (Antilhas) para avaliar as necessidades dos hospitais e médicos.

Sintomas do zika
Não existe vacina ou tratamento para o zika, que é da mesma família da dengue e da febre chikungunya. Os sintomas do zika são: febre intermitente, erupções na pele, coceira, dor muscular e vermelhidão nos olhos. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias.

O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue. Cerca de 80 % das pessoas não exibem sintomas, o que torna difícil saberem se foram contaminadas. Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/01/el-nino-vai-ajudar-espalhar-o-zika-diz-oms.html

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

É possível queimar mais gordura sem fazer mais exercício?


Experiências feitas por médicos e comprovadas pela BBC mostram que ajustar horário da alimentação pode acelerar perda de gordura – e que há diferenças entre homens e mulheres.

Da BBC
Nossos corpos utilizam principalmente dois tipos de combustíveis para funcionar: gordura e carboidratos. E o que muitos gostariam é que nosso organismo pudesse queimar uma maior quantidade de suas reservas de gordura do que o que armazena.
Alguns estudos sugerem que há uma maneira de fazê-lo: sincronizar, da maneira mais eficiente, a hora em que comemos e a hora em que fazemos exercícios.
O médico Adam Collins, da Universidade de Surrey, na Inglaterra, realizou um desses estudos. Através de uma experiência, ele tentou confirmar que uma pessoa pode queimar mais gordura ao mudar seus hábitos de alimentação e de exercícios – e que há diferenças entre o metabolismo de homens e o de mulheres.
O programa Trust me, I'm a doctor ("Confie em mim, eu sou médico", em tradução livre) tentou comprovar a teoria de Collins.
Experiência 1: teste de laboratório
A primeira parte da pesquisa de Collins mostrou que para homens jovens, comer carboidratos antes do exercício reduz significativamente a quantidade de gordura que seus corpos conseguem queimar até três horas após a atividade, quando estão em repouso.
Mas quando ele fez a mesma experiência com homens e mulheres, a diferença foi que elas queimavam mais gordura justamente quando consumiam carboidratos antes de exercitar-se.
Experiência 2: efeito de longo prazo
Com o objetivo de saber se os resultados do laboratório poderiam ter um efeito significativo na rotina diária de uma pessoa, criamos um grupo de controle de 30 pessoas, composto por 13 homens e 17 mulheres.
Os voluntários, que não costumavam fazer muitos exercícios, foram submetidos a três aulas supervisionadas por semana: treinamento de alta intensidade, aulas de Zumba e de spinning.
Todos eles receberam uma bebida para tomarem antes e outra para tomarem depois de cada aula.
Uma das garrafas continha placebo (no caso, uma bebida sem calorias) e outra tinha uma mistura controlada de carboidratos. Mas nenhuma das pessoas sabia em que ordem estava tomando cada uma delas.
No início do experimento, mediu-se a quantidade de gordura que todos eles queimavam durante o repouso, além de outras informações como o peso, a circunferência da cintura e os níveis de gordura e açúcar no sangue.
Resultado
Enquanto todas as mulheres terminaram queimando mais gordura ao fim da experiências, as que ingeriram carboidratos antes do exercício queimaram uma quantidade muito maior.
Já para os homens, a diferença foi que os que tomaram carboidratos depois do exercício conseguiram queimar mais do que os que tomaram antes.
Em ambos os casos, não houve diferenças significativas no peso ou no tamanho da circunferência da cintura, mas os níveis de açúcar e de gordura no sangue diminuíram.
Conclusão
A experiência, assim como a de Adam Collins, mostrou que homens e mulheres realmente queimam gordura e carboidratos de forma diferente.
O corpo masculino é muito mais "consumidor de carboidratos". Por isso, se eles comem este tipo de alimentos, o corpo se encarregará de queimá-los antes de chegar à gordura.
Isso não quer dizer que eles devam ser eliminados da dieta, já que o ser humano precisa comer e os carboidratos são uma parte importante de uma dieta balanceada, mas é recomendável consumi-los depois de fazer exercícios, e não antes.
Ao consumir carboidratos depois da atividade física, o corpo dos homens os utiliza para substituir o carboidrato em seus músculos ao invés de queimá-lo. Assim, acabará queimando gordura enquanto estiver em repouso.
Já no caso das mulheres, o resultado mostra claramente que comer antes do exercício é melhor se o que querem é queimar gordura.
O corpo das mulheres tende a queimar a gordura mais facilmente que o dos homens, e também conserva melhor o carboidrato. Por isso, ao consumi-lo depois do exercício o que se faz é sobrecarregar o organismo de "combustível", o que diminui sua capacidade de queimar gordura.
Apesar de este ser um experimento relativamente pequeno, ao juntar os resultados obtidos em laboratório com os obtidos com o grupo de controle, observa-se que pequenas mudanças na hora em que nos alimentamos pode maximizar a quantidade de gordura que nosso corpo queima durante o dia, sem precisar aumentar a quantidade de exercício que fazemos.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/01/e-possivel-queimar-mais-gordura-sem-fazer-mais-exercicio.html