Academia Equilíbrio

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terça-feira, 29 de maio de 2012

MP que cria auxílio transporte a grávidas perde validade nesta terça



Sem votação, governo procura alternativas para manter benefício.
Auxílio de R$ 50 já é oferecido para gestante ir às consultas.

Da Agência Estado
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Depois de irritar feministas, causar desconforto dentro do próprio governo e ser modificada para tentar reduzir a polêmica, a medida provisória que cria o cadastro de acompanhamento de gestantes perderá validade amanhã, terça-feira (29).
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), avisou que o texto não será colocado em votação. Com o desfecho, o governo tenta agora encontrar alternativas para manter um programa contido na MP - e defendido pelo Ministério da Saúde - o auxílio de R$ 50 para deslocamento da gestante às consultas de pré-natal.
O assunto vem sendo discutido na Casa Civil, com representantes da Saúde e da Secretaria de Políticas para Mulheres. Uma das alternativas seria incluir o benefício no texto de projetos que já estão em discussão no Congresso. Outra saída seria revogar a MP antes de ela caducar. Isso permitiria que o governo apresentasse uma nova MP prevendo o mesmo benefício - sem o risco do ressurgimento da polêmica do cadastro das gestantes.
O auxílio deslocamento já vem sendo concedido a 1.291 gestantes cadastradas. Para essas mulheres, as parcelas do recurso estão garantidas. Mas governo quer que o benefício seja estendido, uma medida que, avaliam, ajudaria a garantir a adesão das gestantes ao pré-natal.
Publicada pela primeira vez no dia 28 de dezembro, a MP causou turbulência entre feministas por dois motivos. O cadastro de gestantes poderia colocar em risco mulheres que, depois das primeiras consultas do pré-natal, decidissem pela interrupção da gravidez. O texto ainda falava do direito dos nascituros, esquecendo-se da garantia do direito ao aborto nos casos de risco de vida para a mãe ou quando a gravidez é resultado de estupro.
Críticas
A medida causou mal-estar no próprio governo. "Pode parecer paranoia, mas não é", afirmou no início do ano Elizabete Saar, então gerente da Secretaria Especial das Mulheres. Em audiência do Conselho Nacional de Saúde (CNS), ela observou que, diante do conservadorismo do Congresso, o texto pode levar a uma discussão desnecessária.
"Era levantar uma lebre. Abrir uma brecha para que a ala conservadora, que estava relativamente quieta, novamente se manifestasse", diz Lurdinha Rodrigues, da Liga Brasileira de Lésbicas.
Diante da polêmica, o governo revogou a primeira versão em janeiro e, em um segundo texto, retirou o direito dos nascituros. Nas palavras do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a alteração colocava um fim em um mal-entendido sobre o assunto.
O descontentamento persistiu e movimentos feministas continuaram lutando contra a MP. Um grupo destacado pelo conselho para avaliar a MP também manteve posição contrária à medida - batizada de "famigerada" por Maria do Espírito Santo Tavares dos Santos, do CNS. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .

Aumento do número de idosos faz crescer número de fraturas no Brasil



Até lá, 37% da população terá mais de 50 anos e correrá mais risco.
Osteoporose afeta principalmente idosos e mulheres após a menopausa.

Do G1, em São Paulo
Um novo relatório mundial sobre a osteoporose mostrou que o Brasil deverá ter um aumento de 32% no número de fraturas por causa da doença até 2050. De acordo com o levantamento da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF, na sigla em inglês), o motivo é o envelhecimento da população brasileira, que deve ter mais idosos nos próximos 38 anos.
A oesteoporose é uma doença que enfraquece os ossos e os torna mais suscetíveis a fraturas. Esse tipo de problema afeta principalmente os idosos, e lesiona com mais frequência a coluna vertebral e o quadril, causando a maioria dos casos de problemas de saúde nessa época da vida.
As fraturas de quadril são a maior causa de sofrimento, incapacidade e morte prematura de idosos. Vários estudos internacionais mostram que cerca de 20% dos que sofrem fratura no quadril morrerão dentro de um ano por causa do problema. E, se sobrevivem, tornam-se deficientes e perdem a capacidade de viver uma vida produtiva e independente, em dados do relatório.
Atualmente, cerca de 20% da população brasileira tem 50 anos ou mais de idade e 4,3% está com 70 anos ou mais – faixa etária da doença. Com o esperado aumento da expectativa de vida do brasileiro nos próximos anos, estima-se que a população total aumentará para 260 milhões. Com isso, se chegará a 37% da população com mais de 50 anos de idade, e 14% (cerca de 36 milhões de pessoas) com 70 anos ou mais, diz o relatório.
Essas projeções servem como um aviso às autoridades de saúde, bem como a instituições sociais que cuidam de idosos. No Brasil, em média ocorrem 153 a 343 fraturas de quadril entre cada 100 mil pessoas com 50 anos ou mais. Enquanto hoje os dados mostram que acontecem 121.700 fraturas de quadril por ano no país, segundo o relatório, esses números devem aumentar em 16% em 2020, e em 32% em 2050.
"Dadas às projeções futuras, a osteoporose e as fraturas por fragilidade tornaram-se um problema de saúde de preocupação imediata. Temos de implementar ações em nível nacional para a prevenção precoce, assegurando que as pessoas em situação de risco e, especialmente, pessoas que já sofreram uma fratura, sejam devidamente diagnosticadas e tratadas para prevenir fraturas futuras ", alerta Segundo Bruno Muzzi Camargos, presidente da Associação Brasileira da Avaliação da Saúde Óssea e Osteometabolismo (Abrasso).
 

Unha postiça deve ser bem colocada para evitar a proliferação de micoses



Programa ensinou ainda a cortar unha reta para prevenir encravamentos.
Mariana Ferrão contou como foi o início da viagem pela selva amazônica.

Do G1, em São Paulo
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Quem tem unha encravada uma vez dificilmente vê o problema parar por aí. O encravamento costuma ser recorrente, porque envolve uma predisposição genética e exige cuidados principalmente na hora de cortar.
Segundo a dermatologista Márcia Purcelie a manicure Mírian Noronha, alguns formatos de unha são propícios para encravar. O de “telha”, por exemplo, pode ser aplainado por um podólogo para facilitar o corte.
Unhas problemas (Foto: Arte/G1)
Quando a unha encravada se torna crônica, é indicado um processo de reeducação ungueal definitivo, que remove um pedaço da lateral da matriz (entre 8% a 10%), deixando a unha sem possibilidade de encravar novamente.
Se a matriz da unha sofrer algum trauma, ela pode nascer torta para sempre. E é a queratina, um tipo de proteína, que fortalece essa parte do corpo, assim como faz com os cabelos.
Unhas postiças
As unhas postiças viraram febre na novela “Avenida Brasil”. Podem ser usadas como recurso para mulheres que gostam de unhas compridas, mas não conseguem deixá-las crescer porque roem ou porque estão fracas e quebram.
Também são indicadas para quem quer uma maior durabilidade do esmalte e para quem não tem tempo de manter as unhas sempre bonitas.
Caso a aplicação seja eventual, apenas para uma noite, opte pelos adesivos, que agridem menos a unha. Mas atenção: eles não têm a mesma eficiência da cola, que deve ser específica para isso.
Existem vários tipos de unhas postiças: plástico ou acrílico, gel e porcelana. As primeiras custam de R$ 10 a R$ 30, as de gel saem por R$ 170 a R$ 350 e as de porcelana têm preço médio de R$ 150 a R$ 200.
A unha de porcelana é esculpida de forma artesanal por profissionais qualificados. A resistência dela é um pouco superior à de gel.
Quando mal colocada, a unha postiça pode ser um veículo para a proliferação de fungos e bactérias. Os pequenos espaços deixados entre uma camada e outra acumulam água e isso favorece micoses.
O intervalo de manutenção depende da velocidade de crescimento da unha. Normalmente, ocorre a cada 15 ou 20 dias.



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Aceleração cardíaca é preocupante quando ocorre sem o corpo precisar



Taquicardia é normal em exercícios e situações de estresse ou nervosismo.
Ritmo dos batimentos é medido com dedo no pulso ou eletrocardiograma.

Do G1, em São Paulo
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Sentir o coração acelerado é normal em situações que exigem mais bombeamento de sangue, como numa atividade física ou numa situação de nervosismo e estresse.
Essa taquicardia, porém, às vezes surge em momentos de repouso ou até durante o sono – e aí precisa ser investigada.
É possível reconhecer o ritmo dos batimentos ao colocar o dedo no pulso, mas o diagnóstico médico deve ser feito por um eletrocardiograma, já que o paciente pode não apresentar nenhum outro sintoma.
Quem tem hipotireoidismo às vezes manifesta mais episódios de taquicardia. Para evitá-la, é recomendado praticar uma atividade física, que contribui para o coração voltar mais rápido à frequência normal.
Taquicardia (Foto: Arte/G1)
Segundo os cardiologistas Maurício Scanavacca e Roberto Kalil, quando o músculo cardíaco ultrapassa os 100 batimentos por minuto sem que o corpo necessite, é sinal de arritmia, ou seja, uma desregulação no ritmo do coração.
A falta de organização dos batimentos cardíacos diminui a velocidade do sangue, que permanece mais tempo dentro dos átrios. Essa situação favorece a formação de coágulos, que se desprendem e podem entupir os vasos de qualquer região do organismo. Se esses coágulos obstruírem os vasos cerebrais, ocorre um derrame ou acidente vascular cerebral (AVC).
Para identificar se a aceleração do seu coração está dentro dos padrões normais, preste atenção em que situação ele dispara. A taquicardia se torna uma preocupação quando vem de forma súbita e é acompanhada de um sinal como dor no peito, falta de ar, desmaio ou durante o sono.
Também exige mais atenção quando ocorre em uma hora de relaxamento, sem nenhuma forte emoção, susto, medo, paixão, competição ou evento público.
Algumas taquicardias são graves e podem levar à morte. Essas são normalmente desencadeadas nos ventrículos e estão relacionadas a doenças pré-existentes, em corações dilatados, pessoas que já sofreram infarto ou têm doenças cardíacas genéticas.
A duração de uma taquicardia é variável e imprevisível, pois depende da causa e das características de cada coração. O primeiro passo para socorrer alguém é acalmá-lo e buscar ajuda médica.
Se o indivíduo estiver consciente e sem muito mal-estar, leve-o a um hospital próximo para fazer imediatamente um eletrocardiograma. O ideal é realizar o exame enquanto o batimento ainda está acelerado, para que seja possível identificar com exatidão o tipo de taquicardia.
Tratamentos
- Medicamentos antiarrítmicos
- Implante de marcapasso
- Desfibrilador
- Cauterização dos focos de origem
Como bate o coração?
O coração é um músculo formado por dois átrios e dois ventrículos. Tem um circuito elétrico que gera impulsos constantes e determinam a frequência e a regularidade dos batimentos.
O primeiro estímulo começa no átrio direito (câmara menor localizada na parte superior do músculo), que passa para o átrio esquerdo e vai descendo até chegar aos ventrículos. É como uma rede de fios condutores que levam a energia de um cômodo da casa até o outro. São esses estímulos que fazem o músculo do coração bater.
Os átrios contraem-se primeiro, bombeando sangue para os ventrículos. Em seguida, os ventrículos se contraem. As válvulas entre os átrios e ventrículos se fecham. O sangue localizado no ventrículo direito vai para os pulmões para ser oxigenado, segue para o ventrículo esquerdo e é bombeado para o restante do organismo, inclusive para o cérebro. Esse mecanismo provoca a "batida dupla" característica do coração: tum-tá, tum-tá, tum-tá.
Aprendi com o Bem Estar
A instrutora de manicure e depilação Fátima Berti, de Santo André (SP), aprendeu com o programa a identificar alergia a bijuterias, tema do programa exibido no dia 6 de março.
Na ocasião, a dermatologista Márcia Purceli e a alergista Fanny de Lima explicaram que o níquel é um dos metais que mais causam reações alérgicas nas pessoas.

Gerente comercial de SP emagrece 30 kg para evitar cirurgia no joelho



Paulo Roberto Pinheiro descobriu lesão após cair em partida de vôlei.
Jovem mudou alimentação e agora vai 5 vezes por semana à academia.

Luna D'AlamaDo G1, em São Paulo
6 comentários
Um jogo de vôlei foi decisivo para o gerente comercial paulistano Paulo Roberto Pinheiro, de 28 anos, abandonar de vez o sedentarismo e eliminar 30 kg. Não porque ele tenha tomado gosto pelo esporte, ao contrário: na hora de levantar a bola para um amigo, Paulo caiu, bateu o joelho direito no chão e sofreu uma fratura óssea.
Ao fazer exames, descobriu também um problema na cartilagem, decorrente do excesso de peso adquirido nos sete anos anteriores – 101 kg.
O médico foi bem claro: ou Paulo emagreceria, ou teria que passar por uma cirurgia no joelho, que por causa do problema ósseo acabou engessado e ainda resultou no afastamento do trabalho por três meses.
Paulo (Foto: Arquivo pessoal)Paulo eliminou 30 kg com mudança alimentar, musculação, step, jump e pilates (Foto: Arquivo pessoal)
“Eu já sentia dores no local, mas nunca tinha ido ao médico, por falta de tempo. A fratura no osso foi se recompondo, fiz 30 sessões de fisioterapia. Mas a outra lesão só melhoraria mesmo se eu perdesse peso”, diz.
Em cinco meses, o gerente comercial chegou aos 71 kg, em 1,67 m de altura. Deixou para trás uma obesidade grau 2 e já está quase saindo da faixa de sobrepeso.
A outra lesão (na cartilagem do joelho) só melhoraria mesmo se eu perdesse peso"
Paulo Roberto Pinheiro,
gerente comercial
Refeições light e academia
“Tinha uma alimentação bagunçada, sem horários, e comia muitas besteiras. Cortei refrigerante, doces e massas, e incluí saladas, sucos naturais, leite desnatado, gelatina e torradas. Troquei ainda o café, que sempre atrai o pão, pelo chá”, enumera o paulistano.
Para isso, Paulo contou com a orientação de um endocrinologista e um nutricionista. Em março, depois de ser liberado para a atividade física, matriculou-se na academia, aonde vai cinco vezes por semana, durante 1h30 a 2h, para fazer musculação, pilates, step e jump – tudo dentro de seus limites.
“Estou fortalecendo o joelho e quero ganhar massa magra. O bom é que tenho a companhia da minha mulher, Edilene, que aderiu à mudança de hábitos e já perdeu 11 kg”, afirma. O casamento de 11 anos melhorou muito, segundo ele, e a autoestima no emprego também, já que o gerente atua em uma corretora de seguros e se relaciona com vários clientes.
Paulo 2 (Foto: Arquivo pessoal)Gerente comercial perdeu muita gordura da barriga e reduziu bem o tamanho do rosto (Foto: Arquivo pessoal)
Histórico familiar e roupa nova 
Além do casal, Paulo cita outros casos de sobrepeso na família: os pais e irmãos, que hoje valorizam o esforço que ele fez para vencer a tendência genética. E a nova geração, a filha de 8 anos, não apresenta o problema, pelo contrário: cuida muito da aparência e da saúde.
O bom é que tenho a companhia da minha mulher, Edilene, que aderiu à mudança de hábitos e já perdeu 11 kg"
Paulo Roberto Pinheiro,
gerente comercial
O paulistano comenta que chegou a pensar em redução de estômago, mas os exemplos que tem a seu redor não são bons. “Conheço pessoas que ficaram muito flácidas ou com a saúde comprometida”, cita.
Como consequência da perda de 30% do peso corporal, Paulo ficou sem a maior parte das roupas, doadas para amigos. Sua costureira “milagrosa”, como ele define, conseguiu fazer alguns ajustes e reformas. Mesmo assim, foi difícil adaptar-se às peças antigas, já que o tamanho das calças diminuiu de 50 para 40 e o das camisas, de 3G para P.
“Acima de qualquer coisa, é preciso acreditar em si mesmo e ter determinação. Também se deve cuidar sempre, ficar alerta”, completa.