Academia Equilíbrio

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Britânicos descobrem anticorpo capaz de neutralizar vírus da dengue


Anticorpo neutraliza o estado inicial do vírus presente nos mosquitos.
Descoberta pode orientar o desenvolvimento de vacinas e tratamentos.

Da EFE
Aedes Aegypti mosquito da dengue (Foto: CDC-GATHANY/PHANIE/AFP)Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue: cientistas descobriram anticorpo capaz de neutralizar o vírus presente nos mosquitos (Foto: CDC-GATHANY/PHANIE/AFP)
Cientistas do Imperial College London descobriram uma nova classe de anticorpos capazes de neutralizar as quatro formas do vírus da dengue, conforme publicou nesta segunda-feira (15) a revista britânica "Nature Immunology".
Este novo tipo de anticorpo descoberto em humanos, que também neutraliza o estado inicial do vírus presente nos mosquitos, poderia orientar o desenvolvimento de vacinas e tratamentos efetivos para combater a doença. A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito da família Aedes e infecta 400 milhões de pessoas por ano, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais do planeta.
Um dos principais problemas que o vírus apresenta é que existem quatro tipos de dengue e ter tido um deles não imuniza a pessoa dos demais. No relatório, a equipe de pesquisadores assinalou que a expansão geográfica da dengue tem aumentado, já que foi registrado um maior número de casos na América Latina e na Austrália, e poderia se estender ao sul da Europa.
O diretor da pesquisa, Gavin Screaton, disse em uma teleconferência com a imprensa que seu grupo já leva mais de dez anos estudando do vírus. Ele destacou que não acredita que a dengue possa ser controlada até que se desenvolva uma vacina.
Para ele, o desenvolvimento de uma vacina poderia levar uma quantidade de tempo "considerável", porque primeiro seria preciso produzi-la e testá-las em modelos não humanos. Com relação a penetração do vírus na América Latina, Screaton afirmou que, apesar de ter "existido países que realizaram boas práticas", estas não evitaram alguns surtos severos.
Segundo Screaton, para prevenir o contágio em grande escala, é preciso "informar à população sobre boas práticas, limpar e não armazenar lixos nas cidades e usar inseticidas".
Para o estudo, a equipe de cientistas analisou 145 mostras de anticorpos de pacientes que foram infectados pelo vírus e desenvolveram um quadro imunológico. Desta forma, encontraram um bom número de anticorpos que são muito efetivos neutralizando o vírus.
Essa descoberta abre a porta ao desenvolvimento de uma futura vacina universal contra a dengue, apesar dos pesquisadores matizarem que ainda é necessário entender a resposta imunológica humana aos contágios naturais e ver qual é sua resposta à vacinação posterior.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/12/britanicos-descobrem-anticorpo-capaz-de-neutralizar-virus-da-dengue.html
Infográfico Dengue (Foto: Arte/G1)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

OMS altera recomendação de vacina contra HPV para duas doses


Segundo organização, duas doses da vacina são tão eficazes quanto três.
Imunização ajuda na luta contra o câncer de colo de útero.

Da France Presse
A Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou novas recomendações para a luta contra o câncer de colo do útero, que permitiria uma melhor prevenção desta doença nos países pobres.
A OMS aconselha que duas vacinas sejam inoculadas, quando anteriormente eram três, contra o papilomavírus humano (HPV) entre as jovens de 9 a 13 anos.
Na França, por exemplo, onde o câncer de colo do útero provoca pouco mais de mil mortes por ano, a vacina é aplicada atualmente em adolescentes de 11 a 14 anos.
Agora a OMS, que apresentou as novas recomendações a respeito no Congresso mundial de luta contra o câncer, em Melbourne, Austrália, estima que duas aplicações desta vacina são tão eficazes quanto três.
"A combinação de ferramentas mais eficazes e acessíveis para prevenir e tratar o câncer de colo do útero contribuirá para aliviar o custo da saúde, em particular nos países com baixa renda", indicou Nathalie Broutet, epidemiologista da OMS.
Por sua vez, o estudo a partir dos 18 anos de infecções por papilomavírus - responsáveis por 99% dos casos de câncer de colo de útero - pode ser realizado a cada cinco anos em caso de resultados negativos, e não a cada dois anos, como ocorre atualmente em muitos países.
A primeira vacina contra o HPV foi lançada no mercado em 2006.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/12/oms-altera-recomendacao-de-vacina-contra-hpv-para-duas-doses.html

Consumo de álcool reduz os reflexos e aumenta a agressividade


Mistura da bebida com energéticos pode provocar arritmia.
Bem Estar desta quinta (4) trouxe três especialistas para debater tema.

Do G1, em São Paulo
Dezembro é mês de festas. É claro que todo mundo sabe que tem que beber com moderação, mas quem bebe também sabe que a moderação só diminui a cada gole, e que o melhor jeito de ter moderação é não beber mesmo.
Bem Estar desta quinta-feira (4) deu dicas para uma relação saudável com o álcool. No estúdio, participaram a cardiologista Jacqueline Issa, o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atuie o psiquiatra Marcelo Santos Cruz.
O primeiro passo para construir essa relação saudável com a bebida é nunca, jamais, em hipótese nenhuma, dirigir depois de consumir álcool. A substância tem efeito direto sobre os reflexos: a ingestão de apenas dois copos de cerveja já pode fazer com que o tempo de reação da pessoa cair de 0,75 segundo para 2 segundos.
Outra mistura perigosa e que está na moda é a de álcool e energéticos. Estudos já indicam que o consumo exagerado dos energéticos na balada aumenta a incidência de arritmias cardíacas. Além disso, o energético pode mascarar alguns efeitos e o sabor do álcool, fazendo com que o consumo aumente.
A bebida também deixa as pessoas muito mais agressivas. Como ela afeta o sistema nervoso central, faz com que a pessoa perca inibição e o senso de responsabilidade. Isso libera os impulsos mais agressivos e reduz o medo -- lembre-se, medo é uma coisa boa, serve para proteger.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/12/consumo-de-alcool-reduz-os-reflexos-e-aumenta-agressividade.html

Sociedades médicas fazem alerta sobre aplicação de hidrogel


Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica não recomenda uso estético.
Há médicos, no entanto, que defendem segurança do produto.

Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
Andressa Urach (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)Andressa Urach teve complicações atribuídas ao uso do hidrogel (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Infográfico - Hidrogel (Foto: Infográfico/G1)
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) divulgou uma nota, nesta quinta-feira (4), informando que não recomenda o uso do hidrogel em procedimentos estéticos e que sua aplicação “deve ser restrita a procedimentos considerados reparadores”. Nesta terça-feira, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) já tinha feito um alerta sobre o risco da injeção do produto por pessoas não médicas.
O debate sobre a segurança do produto veio à tona nesta semana, depois que a modeloAndressa Urach foi internada com uma infecção na coxa. O hospital onde ela recebe tratamento atribuiu a infecção a uma aplicação de hidrogel, que ela recebeu há 5 anos.
De acordo com a SBCP, trata-se de um material cujos estudos científicos a longo prazo são inconclusivos, por isso o uso não é recomendado. Já a SBD enfatiza que somente um médico tem conhecimento sobre a anatomia, a fisiologia, a imunologia e as interações dos medicamentos usados no processo e é capaz de conhecer e lidar com as “prováveis complicações” que podem surgir durante a aplicação.
Apesar do tom crítico das entidades, há profissionais que defendem a segurança do uso de hidrogel, desde que a indicação seja adequada e a aplicação feita por um profissional capacitado. É a opinião do cirurgião ginecológico João Brito Jaenisch, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.
“Acho o hidrogel uma substância muito segura quando bem indicada. Como em qualquer procedimento estético, o que não pode acontecer são exageros e a aplicação por pessoas que nem são médicas em um quarto de hotel, como houve casos”, diz.
Ele observa que a quantidade de produto que Andressa Urach teria usado em cada perna, 400 ml, é excessiva. “A indicação de qualquer outro produto na quantidade que foi injetada nessa modelo certamente não levaria a um resultado satisfatório. Um profissional com boa formação não colocaria esse volume.”
Para Jaenisch, se o médico for capacitado, o estabelecimento estiver preparado para esse tipo de procedimento e o paciente não tiver problemas de saúde prévios, a segurança da aplicação do hidrogel está garantida.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não determina qual é a quantidade máxima do produto que pode ser aplicada no paciente. A indicação de uso do Aqualift (marca de hidrogel vendida no Brasil) submetida pelo fabricante à agência para o registro do produto prevê que “o volume do material a ser injetado seja determinado pelo cirurgião”, podendo variar “de 1 a 50 ml”.
Produto está com registro irregular
O hidrogel da marca Aqualift está com registro irregular na Anvisa desde 31 de março. Clínicas ou profissionais que tenham comprado o produto antes dessa data podem usá-lo normalmente, segundo a Anvisa, já que não foi determinado seu recolhimento. Mas a venda, por enquanto, está proibida.
A Rejuvene Medical, importadora exclusiva do Aqualift no Brasil, informa que os documentos pedidos pela Anvisa para o processo de regularização já foram entregues e que, no momento, o produto não está sendo comercializado. Em nota, a empresa afirma que não existem, até o momento, provas médicas que apontem o hidrogel como o causador dos problemas de saúde noticiados nos últimos meses.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/12/sociedades-medicas-fazem-alerta-sobre-aplicacao-de-hidrogel.html

Saúde assina portaria sobre locais fechados de exceção à lei antifumo


Norma cita cinco ambientes, incluindo tabacarias e espaços de pesquisa.
Estabelecimentos fechados em exceção terão 180 dias para se adaptar.

Natalia GodoyDo G1 DF
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante coletiva em Brasília sobre Lei Antifumo (Foto: Natalia Godoy/G1)O ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante coletiva em Brasília sobre Lei Antifumo (Foto: Natalia Godoy/G1)
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, assinou uma portaria nesta quinta-feira (4) que exclui tabacarias, rituais de cultos religiosos, estúdios de filmagem, locais de pesquisa e instituições de tratamento de saúde – com pacientes autorizados pelos médicos que os assistam – de punição por meio da lei antifumo. A norma entrou em vigor nesta quarta (3) e proíbe a prática em locais fechados, extinguindo fumódromos em ambientes coletivos.
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Acima de tudo é uma forma de respeitar o direito do trabalhador de não ser um fumante passivo, esse é um debate que a sociedade brasileira já vem fazendo há muito tempo, nós temos 200 mil mortes por ano relacionadas ao cigarro, ao tabaco e ao fumo"
Arthur Chioro,
ministro da Saúde
Ainda segundo a lei, devem ser ampliadas as mensagens de alerta em maços vendidos no país e canceladas as propagandas de cigarros. A portaria assinada nesta quinta, em conjunto com o Ministério do Trabalho, visa garantir proteção aos trabalhadores expostos ao fumo.
“Acima de tudo é uma forma de respeitar o direito do trabalhador de não ser um fumante passivo, esse é um debate que a sociedade brasileira já vem fazendo há muito tempo, nós temos 200 mil mortes por ano relacionadas ao cigarro, ao tabaco e ao fumo”, afirmou o ministro.
Com a norma, o sistema de ventilação dos locais deve ser mantido em operação após a desocupação do ambiente; os revestimentos, pisos, tetos e bancadas devem ser resistentes ao uso de desinfetantes; os móveis devem ser não combustíveis e de fácil limpeza e os cinzeiros devem conter areia para combater incêndios.
Além disso, as tabacarias não vão poder comercializar alimentos e bebidas e devem informar na porta de entrada sobre a utilização do local. Os fumantes, no entanto, poderão levar o que forem consumir.

Os locais que estão dentro da exceção terão seis meses para se adaptar à portaria após a publicação do texto no Diário Oficial da União. A lei antifumo não traz exceção ao fumo em presídios, informou o Ministério da Saúde.

Fiscalização
A fiscalização dos efeitos da portaria será feita por órgãos municipais e estaduais. A multa para quem descumprir as normas varia de R$ 5 mil a R$ 1,5 milhão, e uma infração trabalhista também poderá ser aplicada.
Banner de divulgação da lei antifumo em corredor do Ministério da Saúde (Foto: Natalia Godoy/G1)Banner de divulgação da lei antifumo em corredor
do Ministério da Saúde (Foto: Natalia Godoy/G1)
“Hoje o presidente da Anvisa vai divulgar uma ordem de serviço, uma norma técnica, disciplinando e orientando os estados e os municípios na aplicação das multas no ponto de vista sanitário. E o Ministério do Trabalho fará também uma norma técnica […] Ninguém chega fazendo a multa no teto, nós sabemos que temos um período de orientação, de fiscalização, mas efetivamente a lei é pra valer”, disse Chioro.

A Anvisa informou que vai intensificar as fiscalizações que, segundo a agência, já são rotineiras sob outros aspectos sanitários, disse o diretor-presidente substituto, Jaime Oliveira.

“As vigilâncias sanitárias têm um plano anual de atuação. A gente vem conversando com as vigilâncias sanitárias desde outubro para que incluam o plano de ação do tabaco […] Certamente tem uma intensificação nesse período”, declarou Oliveira.

Campanha
O Ministério da Saúde também lançou nesta quinta-feira (4) uma campanha publicitária em vídeo, de 30 segundos, para promover a lei antifumo. A frase de impacto do vídeo é “pode respirar fundo – ambientes coletivos 100% livres de fumaça”.
A norma foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011, após ter sido aprovada pelo Congresso Nacional, e foi regulamentada em maio deste ano. Os fumantes não devem ser fiscalizados.
De acordo com a lei, poderá ser punido somente o estabelecimento que desobedecer as normas. Locais de comércio e restaurantes, por exemplo, deverão orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem, podendo chamar a polícia quando alguém se recusar a apagar o cigarro.
Ainda conforme a lei, fica proibido o fumo em locais coletivos fechados em todo o país. As regras preveem que as pessoas não poderão fumar em lugares públicos ou privados (acessíveis ao público) que possuam cobertura, teto, parede, divisórias ou toldos. Em varandas de restaurante com toldo, por exemplo, não será permitido o fumo, bem como na área coberta de pontos de ônibus. As normas também valem para narguilés ou qualquer tipo de fumígeno.
Propaganda e embalagens
Ainda de acordo com as regras, qualquer propaganda de cigarro será proibida, inclusive nos chamados "displays" (painéis para anúncios nos estabelecimentos comerciais). A única forma de exibição dos maços deverá ser em locais de venda, mas, ainda assim, com 20% do espaço ocupado pela mensagem de alerta.
A partir de agora, 100% da face de trás da embalagem e uma das faces laterais terão que ter imagem e mensagem sobre os problemas relacionados ao fumo. A partir de janeiro de 2016, na parte frontal da embalagem, 30% do espaço será destinado a mensagens de alerta. Até então, esse tipo de mensagem só era estampada na parte de trás dos maços de cigarro.
Fiscalização e punição
Os estabelecimentos que desrespeitarem as regras poderão receber advertência, multa, ser interditados e ter a autorização de funcionamento cancelada. Quem  estiver em um restaurante e se incomodar com o fato de alguém fumar deverá, primeiro, pedir ao estabelecimento que tome providências. Caso o responsável pelo restaurante se negue, a orientação é que a pessoa, então, denuncie o caso à Vigilância Sanitária.
Consumo e riscos
Pesquisa divulgada em junho pelo Ministério da Saúde afirma que 11,3% dos adultos que vivem nas capitais do Brasil fumam. Em 2006, o índice era de 15,7%. Os homens são os que mais fumam, com índice de 14,4%. O percentual entre as mulheres é de 8,6%. Os fumantes passivos têm 30% a mais de chance de ter complicações respiratórias.
No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 1,4 milhão de diárias por internação relacionadas ao tabagismo, ao custo de R$ 1,4 bilhão aos cofres públicos. A estimativa do governo é que, neste ano, sejam registrados 16,4 mil novos casos de câncer de pulmão.
Segundo o Ministério da Saúde, o tabagismo é responsável por 200 mil mortes no Brasil por ano. Além disso, está relacionado a 90% dos casos de câncer de pulmão; 85% das mortes por bronquite; 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio; 25% das doenças vasculares e 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer.
Entenda os males do cigarro
Segundo especialistas, o cigarro está associado a 26% das mortes por todos os tipos de câncer. No caso de tumores no pulmão, esse índice aumenta para 84%. Além desta doença, o cigarro pode causar alterações na voz, principalmente das mulheres, que podem adquirir uma voz grossa e totalmente diferente por infecção nas cordas vocais.
Em apenas um dia sem fumar, já é possível ter benefícios para a saúde, segundo a cardiologista Jaqueline Issa. É preciso ainda prestar atenção em outros sintomas de problemas na garganta, como dor, dificuldade para engolir ou respirar e sensação de caroço na região.
Segundo os médicos, o cigarro pode também afetar a tireoide, causando hipotireoidismo e levar ao ganho de peso, especialmente na região abdominal. Mulheres fumantes com mais de 50 anos, por exemplo, têm entre três a quatro vezes mais chances de ter hipotireoidismo que a população em geral.
Fora a alteração na voz e a rouquidão, o cigarro pode ainda causar também perda óssea nos dentes. Isso acontece porque a nicotina e outros componentes agridem a gengiva e a raiz dos dentes.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/12/saude-assina-portaria-sobre-locais-fechados-de-excecao-lei-antifumo.html